Conheça JJ Morales, novo reforço do Paraná

Fazendo testes físicos no Ninho da Gralha, o argentino Juan José Morales deve assinar com o Paraná nas próximas horas. Aos 30 anos, Morales tem como destaque a passagem no Universidad Catolica do Chile, além de já ter vestido as camisas de Colón e Quilmes, da Argentina. Estava no Atlético Venezuela, pelo qual se machucou em outubro. Veja lances dele:

 

Abrindo o Jogo – Coluna de 09/01/2013 no Jornal Metro Curitiba

Feito para Alex

Nenhum outro time paranaense é melhor que o Coritiba hoje, antes da largada do Campeonato Paranaense 2013. Foi o único time na Série A 2012, se mantendo entre os grandes, ainda que com dificuldades. Muito por conta disso, foi buscar reforços. O principal, Alex. Revelado no próprio Coxa, vê no Estadual a grande chance de levantar a primeira taça com a camisa alviverde. Reeditará a dupla vitoriosa no Cruzeiro e no Fenerbahçe com Deivid, tem uma equipe competitiva e que, por ora, conta com o melhor elenco – que ainda deve receber o argentino Botinelli nas próximas horas. Depois do Coxa, o Paraná foi quem buscou mais peças. Destaque para o goleiro Marcos – muito embora não se saiba em que forma volta ao Tricolor, num ano em que luta para voltar a figurar entre os primeiros no Estado, após um trágico 2011 e um 2012 de reorganização. Londrina e Operário correm por fora, assim como os sempre competitivos Cianorte e Arapongas. E há a letargia do Atlético.

Ambições distintas

Para o Coritiba, a chance é reeditar um tetracampeonato, feito que o próprio clube conquistou nos anos 70 – igualando o Britânia nos idos de 1910 e o Paraná nos 90. O Atlético nunca passou de um tricampeonato, conquistado na fase dourada do clube, entre 2000 e 2002. O Furacão pode usar um time S23 no Estadual todo – fato ainda não confirmado. Há a filosofia de desprezar o campeonato local, que, convenhamos, está inchado e fazendo hora extra no calendário nacional. Não deve sumir – minha opinião – mas sim ser enxugado, o que é outra conversa. Enquanto isso não acontece, o Atlético, que não reforçou a equipe que ficou em 3º lugar na Série B nacional, perde a chance de entrosar o time para o que ele mesmo apregoa interessar: Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Fazer pré-temporada maior é uma ótima sacada (Coxa o fará durante parte do primeiro turno), mas ignorar a chance de testar uma equipe que precisa ser melhorada é perder tempo. Vendo as ambições da dupla, lembro o que o hoje técnico do Coritiba, Marquinhos Santos, me disse anos atrás, quando trocou a base do Rubro-Negro pela do Alviverde: “O Atlético forma pra vender, o Coritiba para ser campeão.”

Mudança comportamental

Falo (mais) um pouco de Copa 2014. Segundo o Instituto Ethos, Curitiba está entre as piores avaliações no quesito transparência na conduta do governo sobre o Mundial. A avaliação é estritamente do lado estatal da parceria, excluindo o Atlético de qualquer reprimenda (detalhes em napoalmeida.com). A nota baixa tem como origem, entre outras coisas, na ausência de uma ouvidoria municipal, falta de audiências públicas sobre o destino dos investimentos do PAC e de uma Sala de Transparência, exigida pela Lei de Acesso a Informação. A troca de Ducci por Gustavo Fruet e a saída de Luiz de Carvalho da Secretaria Municipal para a Copa podem significar um novo alento. É preciso que Curitiba desperte, não só para a Copa, mas para a Olimpíada 2016, preparando-se, mesmo tardiamente, para explorar os eventos. Receber delegações, incentivar produção local de artefatos, melhorar hotelaria, estabelecer programas educacionais para mão de obra local e melhorar a imagem do Mundial na cidade, que sequer tem um quiosque para venda de suvenires, é o mínimo que se espera do novo secretário. Quem se habilita? Feliz 2013 pra todos nós.

Prefeitura de Curitiba peca pela transparência na Copa, diz Ethos

A prefeitura de Curitiba cumpre apenas 15% das exigências éticas na condução da realização do Mundial 2014, de acordo com um estudo do Instituto Ethos. O resultado? Pouca ou nenhuma informação, rejeição de parte da população ao evento e quase zero de aproveitamento dos benefícios da Copa para a cidade – exceto, claro, o que o pacote do PAC obriga em equipamento urbano.

A avaliação do Ethos posicionou Curitiba como a quinta cidade no ranking entre as 12 sedes do Mundial no Brasil. O que poderia ser motivo de comemoração só atesta um problema geral: das 12 cidades, apenas Belo Horizonte e Porto Alegre apresentam índices considerados médios. Os números e a lista completa você pode conferir aqui. A capital do Paraná obteve preocupantes 15,24 pontos dos 100 possíveis. A nota é composta por 93 perguntas que avaliam o nível de transparência em duas dimensões: Informação e Participação.

“Os problemas principais de Curitiba são a falta de um portal que mostre todos os investimentos feitos para a Copa ou ao menos uma busca especializada sobre Copa no portal da transparência da cidade. Curitiba também foi muito mal ao não ter nenhum canal de participação da população. A prefeitura não realizou nenhuma audiência pública sobre as obras da Copa. E não tem ouvidoria”, afirma Pedro Malavolta, coordenador do Projeto Jogos Limpos do Ethos. Ele ressalta que a relação com o Atlético, parceiro da cidade e do Estado, não está nessa avaliação: “Não estamos avaliando a iniciativa privada, até porque pouco da Copa é privado – só os estádios. Avaliamos transparência em dois conjuntos principais: as informações disponíveis e os canais de participação.” No entanto, o Ethos deve divulgar estudos para a iniciativa privada, área em que também atua.

A falta de uma Sala de Transparência, com ouvidoria, depõe contra a Lei de Acesso à Informação Pública, em vigor desde maio deste ano. “Uma ouvidoria precisa de independência para garantir suas funções de receber reclamações dos cidadãos, investigar e cobrar do poder público. São atividades diferentes de um serviço de informação”, explicou Angélica Rocha, coordenadora de políticas públicas do Instituto Ethos e do Comitê Local do projeto Jogos Limpos de Curitiba.

Nesta semana, o prefeito recém-empossado Gustavo Fruet deve anunciar a troca do secretário municipal de assuntos para a Copa 2014, Luiz de Carvalho, que esteve no cargo na última gestão. Entre as tarefas do novo secretário, está a busca por credibilidade para o Mundial na cidade. Segundo o Ethos, existem duas ações imediatas que poderiam melhorar a nota da capital paranaense: implementar de uma ouvidoria geral e autônoma da cidade (além de Curitiba, apenas Porto Alegre e Recife não dispõe desse serviço entre as cidades-sede) e criar um site específico com informações sobre os investimentos na Copa ou criar uma identificador para os investimentos no site Curitiba Aberta.

Frases de 2012

Fim de ano, hora de relembrar as principais frases que marcaram o esporte e o futebol paranaense em 2012 – hora de exercitar a memória e agradecer a todos os peixes que comi durante o ano.

“A FPF tem em seu estatuto a prerrogativa de requisitar o estádio e aí vamos ver o que acontece. A FPF vai cumprir o seu papel”

Hélio Cury, presidente da Federação Paranaense de Futebol, em Janeiro, ao receber a requisição do Atlético para mandar jogos no Couto Pereira.

“Sou sócio do Paraná há 35 anos, já fui duas vezes conselheiro. Não tenho nada contra o Paraná”

Hélio Cury, que teria um Janeiro movimentado, explicando porquê não poderia antecipar o início da Série Prata estadual para adequar o calendário da CBF ao local, como fizeram em Minas (pelo América) e em São Paulo (pelo Guarani). A competição seguiu em maio e o Tricolor chegou a jogar duas partidas em menos tempo que as 48h exigidas pela lei.

“O time está fechadíssimo. Nós montamos uma equipe boa e forte para as primeiras competições”

Ernesto Pedroso Jr., ex-vice-presidente de futebol do Coritiba, em Janeiro.

“Nunca está totalmente fechado. Contratamos os substitutos para o Leandro Donizete [Junior Urso] e Léo Gago [Lima]. Estamos atentos aos pedidos da comissão técnica e oportunidades de contratação”

Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, rebatendo Pedroso, dias depois. O ex-par de diretoria deixaria o Coxa no decorrer do ano, em função de divergências. Essa foi a primeira.

“O Conselho Administrativo do Coritiba reafirma aos conselheiros sócios, torcedores e a toda nação coxa-branca a sua disposição de lutar até o fim, usando as medidas judiciais cabíveis, para garantir os interesses do Clube e os direitos sobre de suas propriedades”

Nota oficial no site do Coritiba, emitida logo após a requisição do Couto Pereira para o Atlético, formalizada pelo presidente da FPF, Hélio Cury; o Coxa fez valer seu ponto de vista e o rival não jogou no Couto, a despeito da exigência da FPF. Em Janeiro.

“Foi solicitada a cessão por aluguel do Estádio Durival Britto e Silva, somente para o campeonato paranaense, pois, segundo o dirigente [N.B.: Mário Celso Petraglia, pres. do Atlético], para o campeonato brasileiro já acertou a cessão do estádio Couto Pereira”

Nota oficial no site do Paraná, revelando negociações com o Atlético, enquanto corria na justiça a questão sobre o Couto Pereira. O Atlético chegou a disputar 13 jogos como mandante na Vila Capanema.

“Repudiamos a atitude do Paraná Clube, que além de noticiar inverdades sobre a questão (…) tem como objetivo nivelar por baixo Instituições da grandiosidade do Clube Atlético Paranaense e do Coritiba Foot Ball Club”

Nota oficial no site do Atlético, publicada em Janeiro, rebatendo as afirmações do Paraná na nota anterior.

“Será que a Federação pode obrigar o Coritiba a emprestar jogadores também? Isso vai contra o princípio do direito desportivo, que vai contra o direito da própria competição”

Peterson Morosko, presidente do TJD-PR, explicando porque decidiu, em voto-desempate, pela não-obrigatoriedade do aluguel do Couto Pereira ao Atlético, por ordem da FPF. Em Janeiro.

“O Santos ainda deve pensar que aqui é a 5.ª Comarca de São Paulo. Se quer levar, tem preço. Se quer levar, tem de pagar esse preço. Senão não leva”

Vilson Ribeiro de Andrade,  em Janeiro, revoltado com a diretoria santista por ter prometido um aumento salarial ao lateral Maranhão, que seria pago pelo Coritiba, para que houvesse uma troca pelo também lateral Jonas; o negócio não saiu e Maranhão acabou defendendo o Atlético na Série B.

“Usam argumentos fora da realidade atual, do romantismo do passado e escondem como o avestruz sua cabeça na areia”

Mario Celso Petraglia (presidente do Atlético) em Fevereiro, então pelo Twitter, defendendo que os Atletibas tenham torcida única; nos jogos dos turnos do Paranaense, fez valer sua ideia; na decisão, não. E em 2013?

“Sempre acho que não é positivo [torcida única]. Mas se for para evitar maiores transtornos, eu sou propenso a aceitar”

Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, num dos poucos momentos de concordância com Petraglia, em Fevereiro.

“Era uma área interessante [o Pinheirão], mas inviabilizou-se pelos motivos que todo mundo conhece. O Coritiba hoje não está pensando no novo estádio”

Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, adiando mais uma vez o sonho de um novo estádio para o clube. O Pinheirão foi arrematado pelo grupo Destro Atacadista e ainda tem destino incerto. Em Fevereiro.

“Quero dar muitas alegrias à torcida”

Rodolfo, goleiro do Atlético, em Março. O ex-jogador paranista chegou a rival para ser titular, mas foi suspenso por doping no começo da Série B.

“Quero voltar para a minha casa, o Coritiba”

Keirrison, atacante do Coritiba, em Março, que pertence ao Barcelona e estava no Cruzeiro. Ele negociou um retorno para tratar uma contusão no Coxa, mas não entrou em campo em 2012.

“Com certeza a torcida do Paraná vai lotar a Vila Capanema. A nossa torcida é muito maior que a do Atlético”

Paulo César Silva, diretor de futebol do Paraná, apostando que o Tricolor levaria mais torcida que o Rubro-Negro em seu jogo da Copa do Brasil, contra o Luverdense, enquanto o Atlético pegaria no dia seguinte o Sampaio Corrêa. Ele ganhou a aposta: 7365 x 4849 pessoas em cada jogo, respectivamente.

“Eu é que tenho que aguentar”

Amilton Stival, vice-presidente da FPF, ao alterar pela terceira vez a tabela da 2a divisão paranaense, em Abril, após mais um conflito de datas com os jogos do Paraná na Série B.

“Eu não sou dirigente covarde, que muda de treinador quando as coisas não vão bem. O Marcelo Oliveira será o treinador enquanto eu for o presidente. O culpado disso tudo sou eu”

Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, mantendo o pressionado técnico no cargo em Abril

“O Sr.Vilson nos enganou, pois nós confiamos nas palavras dele e, por isso, nada fizemos politicamente para pressionar a CBF. O “homem bom” se revelou um traidor!”

Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético, em Maio, dando sua versão dos fatos quanto ao pedido do Atlético pelo Couto Pereira.

“Se Petraglia acha que eu sou traidor dele, me sinto honrado. Trair o Petraglia melhora o meu currículo. Vou ser levado nos braços pelo povo de Peabiru [N.B.: cidade natal de Andrade]. Eu nunca traí ninguém. Eu tenho convicções na minha vida e é o pensamento da torcida do Coritiba”

Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, em Maio, rebatendo a frase acima.

“O Atlético vai jogar em Curitiba. Essa é uma posição já declarada pelo nosso presidente. Essa situação está nas mãos da CBF”

Mauro Holzmman, diretor de comunicações do Atlético e braço-direito de Petraglia, afirmando em Maio que o clube não sairia de sua sede; o Furacão acabou disputando nove dos 19 jogos como mandante na Série B em Paranaguá.

“É tentá matá essa porra aí!”

Guerrón, ex-atacante do Atlético, em Maio, em jogo contra o Cruzeiro em Minas, pela Copa do Brasil, reclamando dos gols perdidos pelos colegas no primeiro tempo da partida, que acabaria 2-1 para o Furacão, que viria a ser eliminado pelo Palmeiras.

“O si$tema existe independente do resultado! Não deveria estar acontecendo as finais, fomos assaltados pela aldeia!”

Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético, pelo Twitter, reclamando da arbitragem nos clássicos com o Coritiba, em Maio. O dirigente queria marcação de impedimento em dois lances de gol do Coxa, que acabaria campeão estadual. Petraglia, seria punido pelo TJD pelas reclamações e abandonaria a rede social poucos dias depois.

“Aprendi que aqui lateral tem de jogar na lateral”

Juan Ramón Carrasco, ex-técnico do Atlético, ao ser demitido sob a alegação de que improvisava demais. O uruguaio ficou no clube até o início da Série B. Em Junho.

“Isso tem que haver; para qualquer manager, qualquer diretor de futebol que tem um conhecimento e tem uma função nessa área e também um cargo que lhe permita essa interação”

Sandro Orlandelli, gerente de futebol do Atlético, assumindo em Junho que as reclamações de Juan Ramón Carrasco, ex-técnico, eram fundamentadas – o que é diferente de justificadas.

“Estou muito feliz e esperançoso”

Ricardo Drubscky, recém-contratado técnico do Atlético, em Junho, antes de saber que mal assumiria o cargo. Naquele momento, ao menos.

“O que?? O Ricardo [Drubscky] ainda está como técnico?”

Jorginho, técnico com passagem relâmpago em Junho pelo Atlético, dizendo que só conversaria com o clube se o cargo estivesse livre, até que foi avisado pelo repórter. Era o mês mais turbulento na Baixada.

“O nosso time é muito fedido”

Jorginho, poucos dias antes de ser demitido, em Julho, após um empate em 0-0 em casa contra o Bragantino, tecendo críticas ao elenco rubro-negro, que seria reforçado a seguir.

“Era uma obrigação nossa, mas foi uma caminhada de difícil. Calendário duro, campos ruins, assim como os horários. Mas esta era a realidade e tínhamos que encarar”

Ricardinho, ex-técnico do Paraná, comemorando o acesso do clube à primeira divisão estadual, quando o time chegou a jogar em intervalos menores que 48h, em paralelo à Série B nacional.

“O Palmeiras e a sua torcida deveriam se envergonhar. Uma arbitragem desastrosa em São Paulo que matou o Coritiba. Hoje, ganhávamos de 1 a 0 e o juiz inverteu uma falta. Por isso eles são campeões”

Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, em Julho, após a final da Copa do Brasil, reclamando da arbitragem. Foi o segundo vice-campeonato saeguido do Coxa na competição.

“Ninguém tem direito de recusar um clube como o Inter”

Felipe Ximenes, gestor de futebol do Coritiba, falando sobre a proposta para que ele deixasse o clube em Julho. Apesar da frase, Ximenes ficou e ainda negou nova sondagem em Dezembro, além de dizer não à Flamengo e Vasco.

“Tomara que não achem um treinador tão cedo, que demorem muito e que todos que procurem não queriam vir, porque tenho certeza que eu tenho competência suficiente e posso dirigir esta equipe”

Ricardo Drubscky, técnico que conseguiu o acesso com o Atlético, com a interinidade mais longa da história do futebol. Em Agosto.

“Esquecemos como se joga a Série B, porque ficamos 17 anos na Série A”

Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético, em Agosto, justificando a má campanha do time naquele momento. Com reforços no elenco, o clube  ‘lembrou’ como se faz para vencer na competição.

“Quando a gente puser o nosso pé no G4 a gente não vai sair mais”

Weverton, goleiro do Atlético, em Agosto, após o time vencer o então líder Criciúma em casa.

“Quero ser o prefeito da Copa em Curitiba”

Luciano Ducci, prefeito de Curitiba até 31/12/12, em campanha eleitoral, em Agosto. O “prefeito da Copa”, no entanto, não compareceu ao debate sobre Copa do Mundo realizado pela ÓTV entre os então candidatos e ainda retirou da pauta pré-eleição a decisão de ajuste de valor para o Potencial Construtivo, essencial para a construção da Arena da Copa.

“Eu trabalho duro para ganhar título e não para agradar torcedor. Se não gostaram, não posso fazer nada. Não vivo para agradar torcedor”

Marcelo Oliveira, ex-técnico do Coritiba, em Setembro, no primeiro sintoma de que ficaria sem clima para seguir no Coxa, ainda comentando perda do segundo título seguido na Copa do Brasil.

“Montamos um time dentro das possibilidades , mesmo com todas as situações financeiras. Chega um momento em que falta. Pedi à diretoria várias vezes. Prefiro, pelo bem do Paraná, sair e que um outro profissional possa dar continuidade ao trabalho”

Ricardinho, ex-técnico do Paraná, ao pedir demissão em Setembro, após um empate em 1-1 em casa com o Barueri, deixando publico pela primeira vez o problema financeiro no Paraná.

“Os jogadores estão no direito deles, mas o que já havíamos falado antes para eles é que estávamos buscando recursos. Esse manifestamento (sic) dos jogadores acabou me fazendo voltar de mãos vazias, mas já estamos resolvendo e eles vão receber centavo por centavo”

Rubens Bohlen, presidente do Paraná, em Outubro, comentando a carta divulgada pelos jogadores que reclamavam de atraso nos salários. Na última rodada do Brasileiro Série B, em Novembro, os jogadores não concentraram nem treinaram alguns dias, pela mesma razão.

“Eu cheguei para o Felipão e disse: vocês vão ser campeões”

Ricardinho, ex-técnico do Paraná, revelando em Outubro um papo com o técnico palmeirense que o comandou na Seleção, logo após a eliminação tricolor, em Maio. O Palmeiras eliminou Paraná, Atlético e Coritiba e foi o campeão da Copa do Brasil.

“Não somos gigolôs do dinheiro público!”

Vilson Ribeiro de Andrade, vice-presidente do Coritiba, durante a festa de aniversário da torcida organizada “Império”, em Outubro, quando selou a paz com a facção e aproveitou a deixa para provocar o rival, parceiro da Prefeitura e do Estado no projeto da Copa.

“Eu não posso ter uma força como você no meu vestiário”

Aykut Kocaman, técnico do Fenerbahçe, explicando em Outubro para Alex porque o barrou no time turco. Alex estava próximo de ultrapassar o proprio Kocaman como maior artilheiro da história do Fener e acabou rescindindo contrato, sendo pretendido depois por Palmeiras, Cruzeiro e Coritiba.

“O Coritiba é minha mãe e o Fenerbahçe, minha mulher”

Alex, meia do Coritiba, resumindo porque decidiu voltar para o Coxa em detrimento de Cruzeiro e Palmeiras, para espanto de muita gente em São Paulo. Em Outubro.

“Eu quero agradecer as orações de vocês. E a minha família, que me apoiou no meu problema e disse: ‘você é a razão da nossa vida e sabemos que o Coritiba é a razão da sua!'”

Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, em Outubro, em um discurso emocionado, ao anunciar uma reforma para concluir o terceiro anel de arquibancadas do Couto Pereira, situado na Rua Mauá.

“Será um jogo de cachorro louco”

Weverton, goleiro do Atlético, antes do duelo direto em Salvador contra o Vitória, em Outubro, confundindo um pouco o ditado.

“Nós tivemos que tomar uma posição mais drástica de não concentrar. Agora nós tomamos a decisão de não treinar. Nós comparecemos só. Não jogar está descartado, pois somos profissionais”

Fernandinho, meia do Paraná, anunciando a greve dos jogadores em Novembro, a uma semana do derby com o Atlético, que valia acesso ao Furacão. Ainda assim, Tricolor fez jogo duro e por pouco não ganhou a partida.

“Cumpri minha promessa. O Atlético não pode estar na Segunda, o Atlético tem de estar sempre na Primeira. E daqui para frente, não cai mais!”

Paulo Baier,  meia do Atlético, em Novembro, logo após o suado empate com o Paraná (1-1) que garantiu a volta atleticana à primeira divisão.

“Temos orgulho muito grande que somos o único clube independente, que não tem vínculo com investidor e empreitera. Este trabalho será vitorioso, com muito trabalho e empenho. Vamos ajudar não só o clube e a cidade, como o estado e todo o país”

Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético, anunciando em Novembro, num evento em São Paulo, parceria pioneira no Brasil com a AEG, empresa que faz a gestão de Arenas em todo o Mundo, caso do Staples Center, do Los Angeles Lakers.

“Eu me surpreendi um pouco quando eu fui demitido”

Marcelo Oliveira, ex-técnico do Coritiba, confessando em Dezembro que esperava continuar no clube, dada a promessa feita por Vilson Andrade em Abril.

“Vimos, por intermédio desta, manifestar o nosso protesto pela falta de transparência, ilegalidade e imoralidade da engenharia financeira da operação que pretende prover de recursos públicos, na forma de financiamento, a obra do estádio do Clube Atlético Paranaense, por intermédio da CAP S/A”

Nota oficial (mais uma, entre tantas dos três clubes em 2012) no site do Coritiba, direcionada aos políticos paranaenses uma semana antes da votação da adequação de valores dos papéis de Potencial Construtivo, em Dezembro. A nota tem uma incorreção de concordância: o Coxa protesta a falta de ilegalidade e de imoralidade no processo.

“O Coritiba também será beneficiado com a Copa”

Aldo Rebello, ministro do Esporte, em Dezembro, rebatendo a carta publicada pelo Coxa, que considera imoral e ilegal a parceria entre Governos estadual e municipal e o Atlético para a construção da Arena para a Copa; Rebello ainda garantiu que todos os clubes das Séries A e B estão como reservas técnicas: “Basta ter projeto.”

“Ele conhece não só o CT, como também a torcida e a força do clube. Ele aceita um projeto de dois anos, se o clube buscar objetivos como a Libertadores ou títulos. Isso é importantíssimo.”

Jorge Baidek, empresário de Juan Román Riquelme, meia argentino que está nos planos do Atlético para 2013 – em Dezembro. A concorrência com Palmeiras e Boca Jrs. deixa no ar a vinda e a expectativa: Alex x Riquelme no Paranaense 2013? A conferir.

Gostou da retrospectiva? Então volte um pouco mais no tempo e relembre as principais frases de 2011 clicando aqui.

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Onze anos depois, onde estão os 11 titulares do Atlético 2001?

O dia 23 de dezembro marca a história do Atlético pela conquista do título brasileiro em 2001. Onze anos se passaram desde então e o blog foi atrás de saber: onde estão os 11 titulares* daquela partida final em São Caetano do Sul?

1 – Flávio: O “Pantera” hoje tem 42 anos, recém-completados (17/12) e segue na ativa, de volta ao CSA, clube que o revelou. Flávio Emídio dos Santos Vieira deixou o Atlético em 2002, sendo um dos jogadores mais vitoriosos da história rubro-negra, com 6 títulos: Paranaenses 98/2000/01/02, Brasileiro B 95 e Brasileiro A 01. Defendeu o Vasco e venceu o Carioca 2003, para logo depois voltar à Curitiba para vestir a camisa do Paraná Clube, sendo campeão estadual em 2006 – após um jejum de 9 anos. Depois, rumou ao América-MG, onde venceu o Mineiro Módulo II em 2008 e o Brasileiro C 2009, se tornando o primeiro jogador a ganhar 3 divisões de Brasileirão. Em 2012, retornou ao CSA, onde foi bicampeão alagoano em 1991 e 94, para ser o principal jogador da equipe que tentará romper um jejum de 4 anos sem conquistas.

2 – Alessandro: Carioca de Campos dos Goytacazes, disputou o Brasileirão 2012 pelo Náutico, que ficou na 13a posição. Depois de sair do Atlético, o lateral-direito, que chegou a defender a Seleção por três vezes e estampar uma capa da Revista Placar sob o título “Se Cuida, Cafú!”, ficou no Botafogo-RJ por 4 anos e venceu o Carioca 2010. Defendeu ainda Atlético-MG, São Caetano e Botafogo-SP. Alessandro da Conceição Pinto tem 35 anos e não ficará em Pernambuco em 2013.

3 – Nem: Rinaldo Francisco de Lima chegou ao Atlético depois de muito rodar a partir do clube que o revelou, o São Paulo. Foi o capitão do time campeão brasileiro e hoje, aos 39 anos, tenta emplacar uma carreira de técnico, dividindo-se entre o futebol profissional e a Suburbana, onde comandou o time do Bairro Alto, vice-campeão suburbano em 2012. Depois do Atlético, defendeu Atlético-MG, Braga de Portugal e o Paraná Clube, por onde havia passado em 2000, sendo campeão brasileiro da Série B.

4 – Gustavo: Paulista de Ribeirão Preto, Gustavo de Souza Caiche tem hoje 36 anos e parou de jogar em 2009, no Al-Shamal do Catar, após diversas cirurgias no tornozelo. Após deixar o Atlético em 2002, depois de ser 6x campeão pelo clube, defendeu Palmeiras, São Caetano, Corinthians e Sport, até retornar ao Atlético em 2008. Aposentado, comanda um projeto que pretende revelar jogadores no Guarujá, litoral paulista, com a empresa G3FutSports. Gustavo ainda é fã de MMA e chegou a disputar o Paulista de Jiu-Jitsu.

5 – Rogério Corrêa: Depois de comandar o Lemense  (que está na Série B do Paulista), Rogério Corrêa de Oliveira acertou com o J. Malucelli para ser auxiliar técnico de Sandro Forner, que vai comandar o Jotinha no Paranaense 2013. Aposentado desde 2011, Rogério disputou a Suburbana pelo Bairro Alto (vice-campeão) em 2012. Depois do Atético, defendeu Goiás, Bahia e o Shimizu S-Pulse, do Japão.

6 – Fabiano: O lateral-esquerdo, que chutou a bola que originou no gol de Alex Mineiro na decisão em São Caetano, ganhou o Mundo após deixar o Atlético. Rodou por São Paulo, Perugia e Genoa da Itália, Palmeiras, Celta de Vigo da Espanha e o Fenerbahçe, da Turquia, onde ganhou o campeonato turco de 2004/05 ao lado do coxa-branca Alex. Ele segue na ativa, aos 33 anos, e vai defender o Central de Caruaru no Campeonato Pernambucano.

Fabiano, com a camisa do Celta de Vigo

7 – Cocito: Chegou ao Atlético com o zagueiro Gustavo e o atacante Lucas, todos do Botafogo-SP, para ser um dos mais queridos jogadores da história rubro-negra, clube pelo qual conquistou 3 estaduais e o Brasileiro 2001. Ainda esteve na campanha do vice-campeonato da Libertadores em 2005, quando retornou ao Furacão após passar por Corinthians e Grêmio. Depois, rumou para a Espanha, defender o Tenerife e o Real Murcia. Ainda jogou por Fortaleza e Avaí até se aposentar em 2009 no Vila Nova goiano. Hoje, mexe com construção civil e está sempre em Curitiba, tendo sido parte ativa da campanha política de Mário Celso Petraglia nas eleições do clube em 2011. Pode ser encontrado no Twitter: @cocito5.

8 – Adriano: alagoano de Maceió, chegou ao Atlético em 98 junto com o goleiro Flávio e logo acompanhou o técnico Abel Braga no Olympique de Marseille. Ganhou o apelido “Gabiru”, especie de rato de Alagoas, por ser mirrado. Recebeu do Atlético tratamento similar ao que Zico recebeu no Flamengo nos início dos anos 80, ganhando massa muscular. Da França, retornou ao Furacão e ser peça fundamental no título brasileiro, ao sofrer o pênalti que deu ao Atlético a vantagem de dois gols sobre o São Caetano no jogo de ida, na Arena. Rodou o Brasil depois disso: Figueirense, Sport, Cruzeiro, Goiás, Guarani e Internacional, onde também fez história: marcou o gol da vitória colorada sobre o Barcelona na decisão do Mundial de Clubes de 2006 (vídeo abaixo). Após sair do Inter, não conseguiu mais ter grandes oportunidades. Passou a rodar times “lado B”: Mixto-MT, Corinthians-PR (atual J. Malucelli), CSA e até o Guarany de Bagé-RS. Segue na ativa, mas está sem clube, aos 35 anos. Vive em Curitiba.

9 – Alex Mineiro: Chegou ao Atlético oriundo do Cruzeiro, numa troca com o volante Marcos Vinícius que ainda envolveu o também volante Donizete Amorim. Tornou-se ídolo na arrancada para o título brasileiro, quando marcou 8 gols em 4 jogos. Entre idas e vindas para o Furacão, defendeu Atlético-MG, Palmeiras, Grêmio, Tigres-MEX e Kashima Anthlers-JAP. Na carreira, tem títulos Paulista pelo Palmeiras (2008) e Mineiro pelo Cruzeiro (1997), clube pelo qual também venceu a Copa Libertadores da América, além de 2 Estaduais e 1 Brasileiro pelo Atlético. Está aposentado, com 37 anos, e jogou a Suburbana pelo Bairro Alto. Está no Twitter: @alexmineiro9.

10 – Kléberson: O maior jogador paranaense da história, talvez não em plasticidade de jogo, mas certamente em conquistas. José Kléberson Pereira, natural de Uraí, próximo à Londrina, tem 33 anos e defende o Bahia atualmente. Do título brasileiro em 2001 para cá, conquistou a Copa do Mundo de 2002 com a Seleção Brasileira, pela qual marcou 2 gols em 32 jogos. Foi peça-chave na mudança tática de Luis Felipe Scolari para a arrancada do Penta. Com a Amarelinha, ganhou ainda a Copa América em 2004 e a Copa das Confederações em 2009. Defendeu o Manchester United, sendo o primeiro brasileiro a vestir a camisa do principal clube inglês, ganhando o título Inglês, a Copa da Inglaterra e a Supercopa inglesa. Protagonizou clássicos com o coxa-branca Alex na Turquia, ao defender o Besiktas, campeão da Copa da Turquia 2005/06 em cima do rival do Fenerbahçe. Voltando ao Brasil, defendeu o Flamengo, onde conquistou o Brasileirão 2009 e dois Cariocas.

Kléberson com as faixas do Penta, do Brasileirão 2001 e do Tri-Paranaense 00-02 (foto: site Furacão.com)

11- Kléber: “O incendiário”, que passou a ser conhecido em todo Brasil como Kléber Pereira, tem 37 anos e divide os cargos de atacante e diretor de futebol do Moto Club do Maranhão, time que o revelou e pelo qual disputou o a Copa União do Maranhão no segundo semestre, após ver o rebaixamento do Moto para a segundona local no primeiro. Como sempre, está envolvido em polêmicas: é cotado para reforçar o rival Sampaio Corrêa, que vai jogar a Copa do Brasil 2013, ao mesmo tempo em que é cobrado para ser candidato a presidente do Moto Club. Depois de sair do Atlético, Kléber passou por um bom tempo no futebol mexicano, onde foi campeão da Copa dos Campeões da Concacaf em 2006 pelo América. Rodou ainda por Inter (campeão da Libertadores 2010), Vitória (campeão da Copa do Nordeste 2010) e Santos. Pelo Atlético, foram 124 gols, sendo o terceiro maior artilheiro da história do Furacão, atrás de Jackson (142 entre 1944 e 1954) e Sicupira (157 entre 1968 e 1976).

*Outros jogadores foram importantes na caminhada atleticana de 11 anos atrás, como Ilan e Souza. Mas fiquei com os 11 titulares, para fechar nos 11 anos da conquista.

Suburbana: O Mundo já pode acabar – Iguaçu campeão 2012!

Foi sofrido, suado. Até mesmo um dilúvio, parecendo que o Mundo ia realmente acabar, impediu a conquista na data original. Mas nem o fim do Mundo, nem o Bairro Alto, puderam impedir a festa do Iguaçu. Que venham os Maias!

por Ana Claudia Cichon*

  • Camisa alvi-negra da colônia famosa, só da alegria ao seu torcedor

E quanta alegria. No sábado (15), a torcida iguaçuana era só sorrisos. Depois de perder o primeiro jogo por 2-1, vencer o segundo de virada, pelo mesmo placar, e de ver o mundo cair e cancelar a terceira partida, finalmente pôde tirar o grito de campeão, preso há 20 anos na garganta. Laércio – o cara das finais, com três gols em três jogos – balançou as redes aos 32 do primeiro tempo, o gol que garantiu o campeonato.

A partida, que começou calma, pegou fogo no segundo tempo, com quatro expulsões: João Paulo, pelo lado do Bairro Alto, e Émerson, Luisinho Netto e Laércio pelo Iguaçu. Nos últimos segundos, já debaixo de chuva, que não podia deixar de fazer parte da festa, até o goleiro Roberson se arriscou em busca do empate para o CABA, mas nada podia ser mudado.

Apito final, taça na mão e trajeto do Francisco Muraro até o Egídio Pietrobelli feito em carro de bombeiros. O Iguaçu deu muita alegria ao seu torcedor.

  • No campo da luta ela é valorosa e o seus atletas têm raça e valor

Vilson, Leandro, André, Clé, Merci, Flávio, Luciano, Émerson, Luisinho Netto, João Madureira, Nilvano, Douglas, Hideo, Laércio, Guilherme, Samuca, Franco, Je, João Victor, Murilo, Marlon, Du, Fábio e Ricardinho.

Estes são os 24 jogadores que fizeram parte do grupo campeão, que jogaram com raça e amor à camisa, que lutaram do início ao fim do campeonato acreditando neste título, junto à comissão técnica e diretoria.

  • Iguaçu hó esquadra querida, Iguaçu tantas vezes campeão

1959, 1962, 1966, 1967, 1973, 1977, 1992 e agora 2012.

Com os oito títulos, o clube é o segundo maior campeão da Suburbana, atrás apenas justamente do grande rival, Trieste.

  • Iguaçu meu amor, minha vida, serás eterno em meu coração

Seria o Iguaçu o Corinthians da Suburbana paranaense? Campeões no mesmo final de semana (o Timão conquistou o Mundial de Clubes no domingo), os dois clubes são alvinegros e, por esta parte do hino iguaçuano, lembramos não só da música entoada no Pacaembu “Corinthians minha vida, Corinthians minha história, Corinthians meu amor” como também do hino corintiano – eternamente dentro dos nossos corações.

  • Pavilhão altivo coberto de glória, tornando mais forte a sua mocidade

93 anos, com corpinho de 25. O clube mais antigo do futebol amador de Curitiba, fundado em 6 de junho de 1919, juntou a experiência e a juventude dentro e fora de campo para a conquista deste título.

  • Tens na lealdade a sua vitória, orgulho maior de Santa Felicidade

Crianças, jovens, adultos, senhores e senhoras. O Iguaçu é de todas estas pessoas que acompanham a equipe. De todos que auxiliam no barraquinha do pão com bife, que cuidam dos uniformes, que deixam o gramado em boas condições, que divulgam o clube nas redes sociais, que gritam, sofrem e estão com o clube em todos os jogos. Vocês são o orgulho maior do Iguaçu!

  • Confira fotos e vídeos da comemoração do título:

Fotos, clique aqui.

Ao final da partida, jogadores fazem a festa

Torcida iguaçuana esteve presente no Francisco Muraro e comemorou junto com os atletas:

Hideo, Nilvano, Luciano e Leandro falam um pouco sobre a emoção da conquista: 
http://www.youtube.com/watch?v=ueb0vGM1n14&feature=youtu.be

Luisinho Netto, multicampeão, levanta mais uma taça:

Não importa se é Copa do Mundo ou Suburbana, a volta olímpica faz parte da comemoração:

Presente no último título do Iguaçu, em 92, ainda como jogador, o hoje auxiliar e preparador físico se emociona com a vitória:

Com a palavra, o presidente:

O texto é uma tentativa de homenagear a todos que de alguma forma fazem parte da Sociedade Operária Beneficente Esportiva Iguaçu, esse clube tão simpático e acolhedor. Parabéns pela conquista!

Parabéns também ao Bairro Alto, que com grandes méritos chegou à final e fez o duelo ganhar em emoção e em bom futebol e a todos os outros clubes que engrandeceram este campeonato ao longo de 2012. Que em 2013 o futebol amador do Paraná conquiste ainda mais força e espaço.

Os parágrafos são de trechos da letra do hino do Iguaçu, cujo autor são o Tenente Sebastião Lima e ainda Pedrinho Culpi, como coautor.

*Ana Claudia Cichon é jornalista e acompanhou a Suburbana 2012 pelo blog.

Abrindo o Jogo – Coluna no Jornal Metro Curitiba de 19/12/2012

Vem aí uma Liga Brasileira de futebol?

Conversei com o ex-presidente do Corinthians Paulista, Andrés Sanchez, por ocasião da conquista do bicampeonato mundial. Sanchez, homem que pegou o Timão na Série B, contou que há um projeto de 20 anos para que o Corinthians domine o Mundo e possa competir em pé de igualdade no mercado internacional com Manchester United e Barcelona. É possível. O Mundial de 2012 foi apenas um passo para isso. Ele, que militava recentemente na CBF, quer mais – e não só para o seu clube. Quer uma revolução no futebol brasileiro. Já diz ter o apoio de clubes importantes, como Internacional, São Paulo e Atlético Mineiro. E busca mentalidades parecidas para romper com a CBF e fazer uma Liga Nacional de Futebol, segundo ele, mais profissional, mais voltada aos interesses dos clubes. Sanchez já mostrou força. Mas brigar com a CBF é sempre indigesto. No Paraná, a dupla Atletiba parece ter os requisitos, mas…

Antíteses

…nunca está em sintonia. No começo do ano, neste mesmo espaço, escrevi que, ao conhecer o perfil empreendedor dos dois presidentes de Atlético e Coritiba, podíamos esperar uma era de ouro para o futebol local. Já não estou tão certo. Nunca vemos uma união de esforços em nenhum sentido quando atleticanos e coxas estão envolvidos. Parece proposital: se um está de um lado, o outro corre imediatamente para o outro, pouco importando o que é melhor, o que é correto. O que importa mesmo é ser a antítese do rival. Penso que se houver uma proposta para uma Liga Nacional, que contemple os clubes com melhor distribuição de renda e um calendário mais equilibrado, se um aderir, o outro caminhará para a oposição. Beira o ridículo. Sei que existem diferenças marcantes nos comportamentos pessoais dos comandantes, mas enquanto os caranguejos se puxam para baixo, a panela ferve. Em poucos dias, teremos mais uma divulgação de pesquisa de torcidas no Paraná. Não se surpreenda com o aumento do domínio corintiano no Estado.

Aniversário feliz

Há quem atribua a primeira revolução no futebol paranaense, consolidada quinta força nacional (é pouco, mas a frente de Bahia e Pernambuco, por exemplo), à Mário Celso Petraglia. É uma meia-verdade. Quando ele pegou o Atlético em 1995, construindo tudo o que se sabe, já havia uma revolução em andamento, que se completa 23 anos hoje. Foi o surgimento do Paraná Clube 1989, da fusão de Colorado e Pinheiros, que acabou deixando pra escanteio a dupla Atletiba, até Petraglia no Atlético e o triunvirato Mauad-Malucelli-Prosdócimo assumir o Coxa. Hoje, o Paraná não estaria como protagonista na revolução antevista acima para o Brasil. Mas no geral, teve um 2012 melhor que anos anteriores, podendo até comemorar em paz a data. Paz essa que é preciso se buscar nos bastidores e nas arquibancadas, para que os clubes locais voltem a crescer.

A coluna para por duas semanas, desejando um Feliz Natal e 2013 para todos, se o Mundo continuar existindo depois de sexta!

P.S.: O Blog continua a mil, mesmo no recesso.

Ser Paranista

por Rodrigo Sanches*

Falar do seu clube de coração, no dia em que completa mais um ano de vida, é emocionante, traz uma grande satisfação e ao mesmo tempo uma enorme responsabilidade.

Ser paranista é sinônimo de escolha. Mas não uma escolha qualquer. VOCÊ é escolhido para ser paranista e carregar este escudo. Não temos a maior torcida no Estado, mas temos a torcida mais intensa e mais apaixonada.

Ser paranista é bater no peito e dizer: “Sou Paraná até a morte.”

Ser paranista é viver o Paraná todos os dias.

Ser paranista é chorar na vitória e ter a certeza que mesmo na derrota, dias melhores virão.

Ser paranista é orgulhar-se do Paraná, independente de resultado.

Ser paranista é vestir, não uma camisa, mas um manto.

Ser paranista é ser diferente de outros torcedores. Enquanto eles TORCEM para seus times, o paranista VIVE o clube que ama.

Ser paranista é um privilégio de poucos. E se esse privilégio foi concedido à você também, agradeça, mas agradeça todos os dias.

Otacílio Gonçalves, mais um paranista, ao lado de Rodrigo Sanches

Ser paranista é ser um dos 48 mil torcedores que encheram um Pinheirão.

Ser paranista é gritar por Régis, Balu, Hélcio, Maurílio, Saulo e Adoilson em campo.

Ser paranista é disputar uma Libertadores da América com menos de 20 anos de fundação, enquanto seus rivais demoraram 60, 70 anos.

Ser paranista é levar o maior treinador da história do clube – o mestre Otacílio Gonçalves – às lágrimas, ao ser homenageado. É Chapinha, você pensa que apenas eu choraria de emoção pelas conquistas que você nos deu? Agora foi a sua vez!

Ser paranista é ser forte, arrojado e imponente. Fruto de muita luta e união.

O poderoso Grêmio é mais um freguês paranista

Ser paranista é estremecer o “gigante de concreto armado”.

Ser paranista é ter o sangue azul, vermelho e branco correndo pelas veias.

Ser paranista é ser a VERDADEIRA CAMISA 12.

É Paraná Clube, 23 anos. Com tão pouco tempo de vida, você tem muita história pra contar. Conquistar e dominar um Estado com apenas 2 anos de idade é coisa que poucos fazem. Mas você nasceu gigante. Você continua gigante. Já pegou o fôlego que precisava para voltar ao combate. Vamos lá! Você tem um batalhão de guerreiros que estão ao seu lado, lutando todos os dias para colocá-lo no lugar que merece. E esse lugar não é um lugar qualquer. É no lugar onde apenas os GIGANTES  permanecem. No topo.

*Rodrigo Sanches é curitibano, publicitário, analista de mídias sociais, e escolhido para ser paranista desde 1987. Sim, antes do Paraná existir, eu já havia sido um dos escolhidos para lutar pela nação paranista e levar este escudo no peito. Fui convidado pelo Blog a representar todos os tricolores nesse dia tão especial.

Gols pela Europa: veja e não fique sem futebol nas férias!

Muita gente reclamando que está sem ver futebol nas férias do futebol brasileiro. Pois na Europa a bola segue rolando (ok, é a última semana, mas ainda tem). Terça e quarta, tem Coppa Itália no Terra, ao vivo e grátis. Estarei em Napoli x Bologna, quarta (19), às 18h.

Até lá, você pode curtir alguns gols dos jogos que o Terra transmitiu nos campos da Europa nos últimos dias. Basta clicar nas imagens!

Liga Europa

A fase de grupos se encerrou, na quinta (20), ao vivo no Terra, teremos o sorteio dos confrontos eliminatórios entre as 32 equipes (24 da Liga + 8 da UCL) que vão no mata-mata em ida e volta até a decisão, em jogo único, em Amsterdã, na Holanda, em maio de 2013.

22/11 – Rubin Kazan 3-0 Internazionale

O venezuelano Rondón foi o destaque do Rubin Kazan que detonou a Inter, 3-0, e ficou com a liderança do Grupo H, jogando a equipe italiana para o pote dos segundos colocados no sorteio, podendo encarar os melhores times da Liga Europa e da UCL, já no mata-mata.

22/11 – Olympique 0-1 Fenerbahçe

Gol de bicicleta é sempre bom de ver. Este foi Bekir Irtegun, para o Fener, dando a liderança do Grupo C e uma das melhores campanhas da fase de grupos ao time turco.

06/12 – Napoli 1-3 PSV

Já eliminado, o PSV aprontou pra cima do Napoli na Itália. De virada, um 1-3 com autoridade, deixando os torcedores holandeses com a sensação de que o time poderia ter avançado na Liga Europa.

06/12 – Maribor 1-4 Lazio

Floccari marcou um golaço na goleada da Lazio sobre o Maribor pelo Grupo J, depois de passar por 3 jogadores, batendo no ângulo. Vale a clicada!

Bundesliga – Campeonato Alemão

24/11 – Bayern 5-0 Hannover

Mais um de bicicleta, este de Javi Martinez, em mais uma goleada do Bayern München, esta sobre o Hannover 96. Os Bávaros sobram na Bundesliga e foram os campeões de inverno (1o turno).

01/12 – Schalke 1-1 Borussia Monchengladbach

Igor de Camargo é o camisa 10 do Borussia Monchengladbach, brasileiro naturalizado belga que marcou no empate fora de casa contra o Schalke 04. Um dos maus resultados dos Royal Blues no final do primeiro turno alemão.

02/12 – Wolfsburg 1-1 Hamburgo

O ex-santista Diego é o líder da reação do Wolfsburg no Campeonato Alemão. A equipe estava ameaçada de rebaixamento, mas já abriu 7 pontos da ZR. Contra o Hamburgo, porém, ficou apenas no 1-1.

08/12 – Augsburg 0-2 Bayern

Se esperava uma goleada bávara no encontro entre o líder disparado Bayern e o vice-lanterna Augsburg. Mas não foi bem assim. Com dificuldades e contando com um gol de Mário Gomez, que saiu do banco e marcou no 1o lance que participou, o Bayern ficou nos módicos 2-0, fora de casa.

09/12 – Hannover 3-2 Bayer Leverkusen

Na perseguição ao líder Bayern, o vice-líder Bayer Leverkusen precisava vencer o Hannover fora de casa. Até saiu na frente, mas não sustentou a vitória. No vídeo, apenas o primeiro gol do jogo.

15/12 – Schalke 1-3 Freiburg

Em casa, o Schalke 04 completou a sexta partida sem vencer, com 4 derrotas. Pior para o técnico Huub Stevens, demitido; melhor para o Freiburg, que entrou na área de classificação para a Liga Europa.

Coppa Itália

11/12 – Roma 3-0 Atalanta

Novidade nas transmissões do Terra, a Coppa Italia – ou Copa da Itália – chegou a fase de oitavas de final com duelos únicos. E a Roma, maior campeã do torneio, despachou a Atalanta do goleiro Consigli, que falhou feio em duas oportunidades. Assista!

Campeonato Português

10/12 – Sporting 1-3 Benfica

No clássico lisboeta, o Sporting até saiu na frente, mas viu o paraguaio Oscar Cardozo brilhar e deixar o Benfica na liderança. De quebra, os Encarnados afundaram o rival, que está só 2 pontos acima da zona de rebaixamento.

Campeonato Ucraniano

23/11 – Chornomorets 2-0 Kryvbas

Sim, eu tive o privilégio de narrar Chornomorets x Kryvbas. Vale a clicada.

Campeonato Russo

30/11 – Spartak Moscow 2-4 Zenit

Hulk, com uma patada de fora da área, abriu o placar no clássico russo, vencido pelo Zenit na casa do Spartak. A competição volta somente em março, em função da neve e do frio na região.

Cinefoot chega a Curitiba

por Ana Claudia Cichon*

Depois do sucesso nas edições apresentadas, neste ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo, chega a Curitiba o Cinefoot – Festival de Cinema de Futebol, o único festival de cinema do Brasil e da América Latina exclusivamente dedicado à exibição de filmes sobre o futebol.

A edição curitibana do Cinefoot acontece nesta sexta-feira (14) e sábado (15) na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco). A edição curitibana do Cinefoot será composta por 10 filmes de curta e longa metragem, sendo oito de curta-metragem e dois de longa-metragem. As sessões acontecem na sexta-feira, às 18h e 20h e no sábado, às 18h e 20h.

Um dos destaques é o longa Amadores do Futebol, dirigido por Eduardo Baggio, que retrata o universo do futebol amador disputado no Paraná,

As partidas mostradas no documentário servem de pano de fundo para o universo das pessoas envolvidas com o esporte, a vida dos jogadores e torcedores, e a rivalidade entre bairros e até entre cidades.

Confira um trechinho de um dos filmes, Amadores de Futebol:

Veja a programação do Cinefoot em Curitiba:

CINEFOOT ESPECIAL PARANÁ 2012 – PROGRAMAÇÃO

SEXTA 14/12

SESSÃO 1

14/12/12

SEXTA 16h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 59 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO TEMPO DIRETOR
O Primeiro João

RJ

Curta- Animação 7 min André Castelão
Ernesto no País do Futebol

SP

Curta-Metragem 14 min André Queiroz, Thaís Bologna
Gaúchos Canarinhos

RS

Curta-Metragem 15 min Rene Goya Filho
Zimbu

SP

Curta-Animação 3 min Marcos Strassburger Souza
Mauro Shampoo

RJ

Curta-Metragem 20 min Paulo Fontenelle e Leonardo Cunha Lima
SESSÃO 2

14/12/12

SEXTA 18h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 59 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO TEMPO DIRETOR
O Primeiro João

RJ

Curta- Animação 7 min André Castelão
Ernesto no País do Futebol

SP

Curta-Metragem 14 min André Queiroz, Thaís Bologna
Gaúchos Canarinhos

RS

Curta-Metragem 15 min Rene Goya Filho
Zimbú

SP

Curta-Animação 3 min Marcos Strassburger Souza
Mauro Shampoo

RJ

Curta-Metragem 20 min Paulo Fontenelle e Leonardo Cunha Lima
SINOPSE FILME: O Primeiro João
Garrincha revela a origem do apelido “João” que ele dava a todos os seus marcadores em campo. Verdade? Ninguém sabe.
SINOPSE FILME: Ernesto no País do Futebol
Em ano da Copa do mundo, o que poderia ser pior para um garoto argentino morar no Brasil?
SINOPSE FILME: Gaúchos Canarinhos
Um homem que criou um país. O documentário conta a história de um criador e de sua maior criação. Uma criação que deu identidade a uma nação. Estamos falando da camisa amarela da seleção brasileira de futebol, criada pelo gaúcho Aldyr Schlee.
SINOPSE FILME: Zimbu
Uma bola de futebol aparece em uma tribo africana, isolada do mundo. Ela chega até os pés de um guerreiro africano, que descobre a magia do futebol.
SINOPSE FILME: Mauro Shampoo
Mauro Shampoo, cabeleireiro, ex-jogador de futebol, ficou famoso por jogar no Íbis Esporte Clube conhecido como o pior time de futebol do mundo.
SESSÃO 3

14/12/12

SEXTA 20h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 115 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO

TEMPO

DIRETOR

Juventus Rumo a Tóquio

SP

Curta-Metragem

15 min

Andréa Kurachi, Helena Tahira, Rogério Zagallo
BAHÊA Minha vida – O Filme

BA

Longa-Metragem

100 min

Marcio Cavalcante
SINOPSE FILME: Mauro Shampoo
Uma crônica quase sem palavras sobre um jogo histórico de futebol na vida do Juventus, contada pelas reações de seus torcedores. A empolgação das torcidas organizadas, a tensão da velha guarda e o engajamento dos juventinos mirins.
SINOPSE FILME: BAHÊA Minha vida – O Filme
Filme sobre a paixão da torcida, sobre sonhos e vida, muita vida, expressa em alegrias e lágrimas, em gritos e silêncios, em desencantos e euforias. Uma verdadeira homenagem à nação tricolor. A grande questão é o porquê de tanto amor. Existe explicação?

SÁBADO 15/12

SESSÃO 1

15/12/12

SÁBADO 18h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 107 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO

TEMPO

DIRETOR

Gaúchos Canarinhos

RS

Curta-Metragem

15 min

Rene Goya Filho
Vila das Torres 2014

PR

Curta-Metragem

14 min

Willian Coutinho Duarte, Marta Pego dos Santos, Lúcia Pego, Bruno Mancuso
Amadores de Futebol

PR

Longa-Metragem

78 min

Eduardo Baggio
SINOPSE FILME: Gaúchos Canarinhos
Um homem que criou um país. O documentário conta a história de um criador e de sua maior criação. Uma criação que deu identidade a uma nação. Estamos falando da camisa amarela da seleção brasileira de futebol, criada pelo gaúcho Aldyr Schlee.
SINOPSE FILME: Vila das Torres 2014
Um bate-bola bem humorado em torno do megaevento midiático, a “Copa do Mundo de Futebol de 2014”, visto a partir do ponto de vista de moradores da Vila das Torres, uma comunidade carente situada na região central de Curitiba.
SINOPSE FILME: Amadores de Futebol
O longa Amadores do Futebol é um documentário dedicado ao futebol amador do Paraná. O recorte no estado do Paraná é, na verdade, a forma de mostrar um fenômeno que é muito mais amplo e que se estende por todo o Brasil, a paixão pelo futebol exercida com seriedade e dedicação por atletas amadores.
SESSÃO 2

15/12/12

SÁBADO 20h

TEMPO TOTAL DA SESSÃO: 103 min.
TÍTULO

ESTADO

FORMATO

TEMPO

DIRETOR

O Primeiro João

RJ

Curta-Animação

7 min

André Castelão
Santos, 100 Anos de Futebol Arte

SP

Longa-Metragem

96 min

Lina Chamie
SINOPSE FILME: O Primeiro João
Garrincha revela a origem do apelido “João” que ele dava a todos os seus marcadores em campo. Verdade? Ninguém sabe.
SINOPSE FILME: Santos, 100 Anos de Futebol Arte
A história do primeiro time brasileiro a ser bicampeão mundial, o Santos F. C., da fundação à era Pelé e ao futebol irreverente de Neymar, narrada pelo viés emocional e humanista de torcedores, jogadores, historiadores, inserindo o futebol tanto no contexto cultural do país como no espaço íntimo e pessoal de cada um.
  • Outros eventos:

Além do Cinefoot, outros dois eventos estão a disposição dos desportistas nesse final de semana.

O grupo de corridas de rua CoxaRunners realiza evento beneficente neste domingo, 16.

Percurso: 10 e 5 km Horário: 8:00 saída 10 Km / 8:30 saída 5 km Local: Saindo, passando nos 5 km e chegando no Couto Água: Saída, 5km e na chegada Frutas: Chegada Inscrição: brinquedo ou roupa (usado/a ou novo/a); alimento não perecível – Doação voluntária e não obrigatória para participação. Clique aqui para saber mais (via Facebook).

Já a torcida virtual do Paraná Clube, Paranautas, realiza nesta sexta, 14, uma grande festa de fim de ano, comemorando os 20 anos do primeiro título nacional do clube, a Série B de 1992. Para mais informações, clique aqui.

*Ana Claudia Cichon é jornalista e colaboradora do blog.