O Paraná recebe a Ponte Preta amanhã na Vila Capanema. Confesso que não me lembro a última vez que o Tricolor esteve tão mobilizado para uma partida quanto essa.
O jogo valerá a consolidação no G4 da Série B. A vitória é essencial, o empate é administrável (alguém aí lembra-se quando valorizei aquele empate em casa com a Portuguesa? Olhe agora classificação e rodadas recentes) e a derrota não é um desastre mas não pode vir nesse momento. Seria a quebra de um ciclo positivo.
Esqueçam o Paraná do Estadual. Esqueçam modelos administrativos e financeiros. Ou debates políticos. O Paraná de hoje tem ido na boa vontade e dedicação dos jogadores e técnico. Tem gente tentando ajeitar a casa, como você mesmo já leu aqui no blog, mas isso pouco importa. Para fechar o ciclo, o torcedor tem que ir e apoiar.
Se for por falta de confiança, dê uma olhadinha no vídeo abaixo, com os gols da vitória sobre o Criciúma, e quem sabe você se motiva:
O vídeo acima foi exibido no Jogo Aberto Paraná desta segunda, na Band Curitiba. O programa vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, para Curitiba, RMC, Ponta Grossa e Campos Gerais e Paranaguá e litoral.
Não deu para assistir o Jogo Aberto Paraná hoje? Tudo bem! Veja abaixo as reportagens dos times do sul do Paraná a entrar em campo nesse final de semana nas séries A, B e D do Brasileirão.
São só reportagens. Pra ver a Kelly Pedrita e a Carol Boa de Bola, só na segunda. Então não coma mais mosca! Ou clique aqui para amenizar a saudade…
Paraná
O Tricolor será o primeiro a entrar em campo nesse final de semana. Encara o Criciúma em SC às 16h de sábado. Jogo contra um adversário direto e bem conhecido de ao menos três jogadores paranistas: Cris, Lima e Zé Carlos.
Atlético
O Rubro-Negro segue a saga em busca da primeira vitória no Brasileirão. O otimismo cresce na Baixada e nas declarações do técnico Renato Gaúcho, que também cobrou melhor desempenho ofensivo de seus atacantes para o jogo contra o Botafogo-RJ, 18h30 de sábado na Arena.
Coritiba
O Coxa vai a Salvador encarar o Bahia, 16h de domingo, tentando a primeira vitória longe do Couto Pereira. Acompanhe abaixo os detalhes do último treino, com entrevista de Marcelo Oliveira, e também a visão de René Simões, ex-técnico alviverde e hoje comandante do Tricolor de Aço, sobre a partida.
Operário
Pra fechar o fim de semana de futebol, o Operário tenta a reabilitação na Série D, recebendo o CENE-MS em casa, no domingo 16h. O clube já buscou reforços, após perder na largada, fora de casa, para o Mirassol (0-1).
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na Band para Curitiba e RMC, Ponta Grossa e Campos Gerais e Paranaguá e Litoral. Acompanhe!
O repórter Henrique Giglio tentou trazer um panorama das mudanças em campo e, na apuração, ouviu uma pérola do vice de futebol, Paulo César Silva. Bem, assista antes e siga lendo mais abaixo.
Ok, ok. Então a queda para a Série Prata do Estadual foi programada?
Menos, Paulão.
Paulo César Silva é bom sujeito, honesto, dedicado ao Paraná. Mas é evidente que se equivocou nessa. Ou o Paraná optou por uma queda no Estadual (mesmo ainda contando com o STJD) para se fortalecer para a Série B nacional? Não.
O que ele quis dizer certamente é que o Paraná adotou uma estratégia (furada, porém inevitável) de emergência para tocar o time num torneio deficitário como o Paranaense. Se obrigou a gastar pouco e, pior, gastou errado. Escolheu mal e pagou mesmo um preço caro, que poderá sair mais em conta caso o STJD entenda que o Rio Branco utilizou um jogador irregular no campeonato local, o que não aconteceu no TJD-PR. Aí, entre mortos e feridos, estará poupado de disputar um campeonato com dois quase desistentes (Iguaçu e São José) na metade da disputa.
Ok, pode não nada tão grave, ainda mais em virtude do que já aconteceu com o clube. Mas não foi a primeira vez que ele solta uma nessa linha – a anterior foi a parceria com a Inter de Milão.
O Paraná Clube passou da água para o… suco, vai lá, em três meses. De um time rebaixado no Estadual, o Tricolor aumentou seu quadro de sócios para 6,5 mil e conseguiu um sucesso absoluto de vendas nas novas camisas – que depois de muito tempo, agradaram geral.
Falta muito ainda para que seja da água para o vinho. Mas de um cenário catastrófico (e ainda não 100% resolvido) para o G4 da Série B, com o resgate de parte do orgulho paranista, algo a mais aconteceu.
O vice-presidente de marketing do Paraná, Wladmir Carvalho, me recebeu na Sala da Memória, museu paranista. Entre taças e lembranças, me falou sobre o grupo gestor voluntário que toca o marketing do clube, o advento das novas camisas, desde a primeira idéia, a retomada do plano de sócios – e planos futuros – e o novo posicionamento do Paraná no mercado do futebol: “Queremos voltar aos dias de glória.”
No vídeo abaixo, apresentado apenas em partes no Jogo Aberto Paraná, você saberá mais das idéias para um novo vôo da Gralha. Confira:
O que você achou? Comente abaixo e interaja no twitter!
O Tricolor venceu o Vila Nova em um jogo duro na Vila Capanema. O placar de 2-1 devolveu ao Paraná a vaga no G4 da Série B. Depois da partida, o técnico Roberto Fonseca elogiou a equipe e defendeu o time de algumas críticas contra o excesso de faltas cometidas durante a disputa da Série B. Acompanhe os melhores momentos e ouça a entrevista:
Operário
O Fantasma estreou mal na Série D do Brasileiro. O time perdeu em Mirassol-SP, por 0-1, para o time da casa. O técnico Amilton Oliveira pediu reforços e lamentou o desempenho do meia Ceará, que jogou se recuperando de uma lesão. Confira o gol e a entrevista (a narração é de Marcelo Ferreira, da TV Vila Velha):
No outro jogo do grupo, CENE-MS 3-3 Oeste-SP. O Cerâmica-RS folgou na rodada.
Também pela Série D, o Cianorte venceu o Cruzeiro-RS por 1-0, em casa.
Atlético
Veja os gols de mais uma derrota do Furacão no Brasileiro, a 8a em 10 jogos. Desta vez, o time saiu na frente, mas cedeu a virada para o Vasco:
O próximo jogo do Atlético será sábado, 18h30, contra o Botafogo-RJ na Arena.
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na Band Curitiba, para Curitiba, RMC, Ponta Grossa e Campos Gerais e Paranaguá e litoral. Acompanhe e nos siga no twitter: @jogoabertopr e @bandcuritiba
Se você não assistiu ao Jogo Aberto Paraná hoje, na Band, fique por dentro das principais informações dos times de Curitiba, assistindo os vídeos abaixo!
Atlético
O Rubro-Negro perdeu Paulo Baier por lesão, para o jogo de sábado, contra o Vasco, no Rio. O técnico Renato Gaúcho falou sobre a lesão e o desfalque:
O baixinho Madson, que após o jogo contra o Avaí pediu “pra alguém benzer a Baixada” pela falta de gols do time, voltou a falar no assunto. O vídeo abaixo tem a participação especial de Chik Jeitoso, o bruxo da bola:
Passe no twitter e deixe seu recado sobre esses temas para @napoalmeida e @jogoabertopr!
Coritiba
O meia Tcheco, um dos jogadores mais identificados com a torcida alviverde, reclamou das cobranças após o jogo contra o Grêmio, considerando-as exageradas. Confira a entrevista do ídolo coxa:
Você concorda com Tcheco? Comente abaixo e também pelo twitter @napoalmeida e @jogoabertopr!
Paraná Clube
O Tricolor perdeu ontem a vaga no G4, com a vitória do Náutico sobre a Americana Futebol S/A, 3-2. Pode voltar ao grupo de elite na sexta, se vencer o Vila Nova. A cada rodada, a competição se torna mais difícil – e é exatamente a análise de Lisa, lateral-direito do Paraná:
Pelos twitteres @napoalmeida e @jogoabertopr dê seu pitaco sobre a Série B: mais difícil que em 2010?
Evandro: a 1a vitória só veio com um gol dele, na 10a rodada
Oito jogos. Um ponto, dois gols marcados, nenhuma vitória. “Série B” é a frase que circunda a cabeça de 11 entre dez atleticanos (e dos alegres rivais) nesse momento ao ver os números do Atlético.
O futebol não é necessário analisar mais. Passaram-se sete meses em 2011 e em nenhum momento a equipe, com qualquer um dos quatro técnicos até então, apresentou equilíbrio. Renato Gaúcho é o próximo a tentar, a partir de amanhã.
Mas, acredite, não é a primeira vez que o clube começou mal o Brasileiro na história (somando só 8 rodadas). O que, olhando apenas os números, pode dar alguma esperança ao torcedor. Em 2005, disputando em paralelo a Libertadores, o Furacão foi só fiasco nas primeiras rodadas do nacional. Olho nos números:
2005 – 22o. lugar – 0v / 2e / 6d / 4gp / 12gc
2011 – 20o. lugar – 0v/ 1e/ 7d / 2gp / 14gc
Naquele ano, a equipe só viria a conhecer vitória na semana da decisão da Libertadores, entre uma partida e outra, e justamente no clássico Atletiba: 1-0 na Arena, gol de Evandro, com o time reserva. Até então, a situação era muito parecida – e vou me fixar na classificação da 8a rodada daquele ano, na comparação com a atual:
*computados somente os jogos das 19h30 da 8a rodada
Duas coisas a se considerar: o Coritiba, atual 16o, jogará com o Figueirense em casa – e a tendência é vencer. Assim sendo, o time mais próximo da ZR será o Grêmio (parelho em número de jogos) ou o Atlético-MG (que perdia seu jogo enquanto eu redigia esse post), com 8 pontos; e o campeonato de 2005 tinha 22 equipes, ou seja, quatro rodadas a mais para se somar pontos.
Naquele ano o Atlético conseguiu nos então 34 jogos restantes (atualmente são 30) 18 vitórias, que, com 7 empates, lhe deram 61 pontos e o sexto lugar, a duas posições da Libertadores. Dos times que ocupavam a ZR na oitava rodada, apenas o Atlético-MG acabou rebaixado. Relembre a série dos oito jogos iniciais do Atlético naquele ano:
Atlético 0x1 Ponte Preta
Juventude 1×0 Atlético
Santos 2×1 Atlético
Atlético 1×2 Corinthians
Atlético 1×3 Internacional
Botafogo 2×0 Atlético
Atlético 0x0 Figueirense (*jogo realizado com portões fechados no Couto Pereira)
Flamengo 1×1 Atlético
Três derrotas e um empate em casa. Neste ano, são duas derrotas e um empate.
Dá pra escapar? Dá. São necessárias 15 vitórias em 30 jogos. A matemática permite. Mas, em campo, tem que mudar demais.
Um desce, outro sobe
Não, não é uma previsão; é uma constatação: quem vê o Paraná na Série B nesse ano não entende o que aconteceu no Estadual. É óbvio que a reformulação do elenco e a troca (até aqui mais que) acertada de técnico pesam muito. Mas a pulga que está na cabeça do torcedor tricolor é outra: dá pra se empolgar com esse time mais do que com o que liderou a Série B até mais ou menos essa época no ano passado?
Marcelo Toscano: sinceramente, você se lembrava dele?
Dá. O time liderado por Marcelo Toscano, que naufragou no pós-Copa por problemas financeiros, teve uma arrancada ótima, mas não tão poderosa, se compararmos os adversários, como a desse ano. Vamos aos jogos:
Paraná 3×0 Ipatinga
Ponte Preta 1×0 Paraná
Paraná 3×0 Santo André
Duque de Caxias 1×5 Paraná
Paraná 1×0 Vila Nova
Sport 1×0 Paraná
Paraná 2×1 Portuguesa
Icasa 3×0 Paraná *pós-Copa
Paraná 1×1 Guaratinguetá *pós-Copa
Em 9 jogos, 16pts, 5v / 1e / 3d / 15gp / 8gc; na atual campanha, também em 9 jogos: 17pts, 5v /2e /2d / 13 gp / 6gc
Qual a grande diferença então, para se confiar mais?
São os adversários. Em 2010, na reta em questão, o Paraná enfrentou equipes que acabaram na parte final da tabela e já começaram mal o campeonato. Casos dos rebaixados Ipatinga e Santo André e de Duque, Icasa, Ponte e Guaratinguetá, todos classificados abaixo do 10o lugar ao final da Série B; o Sport, que chegou perto do acesso (6o) era lanterna na ocasião.
Nesse ano, o Paraná já enfrentou duas equipes do atual G4 (Lusa, 1-1 e Americana, 0-1) e candidatos ao acesso, como Goiás (3-0), Náutico (1-1) e Vitória (0-1) e se manteve entre os primeiros. Conta ainda com a fase ruim de dois candidatos, Sport (que vai enfrentar) e Goiás. E tem aproveitamento bom fora de casa, com 2 vitórias e 1 empate em 5 jogos longe da Vila. O que também significa que se manteve entre os primeiros jogando mais partidas sem mando de campo.
São números apenas. De nada adiantam se outros números, os financeiros, não estiverem bem estudados também, como se viu em 2010.
Mas é a gangorra do futebol, tão submisso ao momento que se deve aproveitar muito bem os períodos de alta.
O futebol paranaense recebe Renato Gaúcho. Figurinha carimbada no Rio, Renato vai conhecer agora Curitiba. Mas não será o primeiro técnico badalado a dirigir um clube paranaense.
Renato no Chacrinha: badalação é com ele mesmo
Vamos relembrar o Top 5 dos técnicos mais badalados que já passaram pela terrinha:
#5 – Mano Menezes
Mano Menezes já comeu pierogi em Irati
O atual técnico da Seleção abre a lista dos badalados embora não fosse técnico de ponta quando dirigiu o Iraty. Foi em 2003, quando o Azulão disputou a Série C do Brasileiro, como relembra esta matéria do Paraná OnLine. Pelo time paranaense, quatro derrotas, um empate e uma vitória. Mano deixou o Iraty sem deixar saudades nos torcedores do Azulão – ao menos pelos resultados em campo, porque, reza a lenda, era rei do churrasco. Do Iraty foi para o Guarany de Venâncio Aires e perambulou pelo interior gaúcho até chegar ao Grêmio, depois de destacar-se no Caxias. Da Batalha dos Aflitos à Seleção Brasileira, a história é conhecida.
#4 – Joel Santana
From the middle, to behind. Na tabela.
Outra figuraça nacional que passou por aqui, no Coritiba. Simpático e bem humorado, o carioca Joel Santana, rei do Rio e da Bahia, naufragou no Coxa. Chegou no Brasileirão 2001, para ajudar o time a sair das últimas posições. Acabou em um 17o lugar entre 28 equipes, em um ano tumultuado no Alto da Glória muito mais em função da conquista atleticana. E como tudo era problema, a prancheta de Joel não agradou. O técnico foi se desgastando, se manteve para o Paranaense e a Sul-Minas, mas uma goleada por 1-6 para o Paraná encerrou a passagem dele por aqui, sob os gritos de “Fica, Joel”. Por parte dos tricolores, é claro. Joel seguiu a vida, voltou a ganhar títulos no Rio e fazer bons trabalhos. Mas passou a ser um dos midiáticos após a passagem pela Seleção da África do Sul, com impecáveis entrevistas em inglês:
#3 – Felipão
"O Couto Pereira não me dá sorte..."
Felipão chegou ao Coxa em 1990, com o clube amargando a crise do rebaixamento na caneta em 1989, por ter levado WO contra o Santos, mesmo amparado por uma liminar. Ele ainda não era O Felipão – só viria a ser a partir do ano seguinte, quando conquistou a Copa do Brasil com o Criciúma. Dirigindo um time que tinha grandes nomes no papel, como o goleiro Mazaropi, os meias Norberto, Bonamigo e Tostão e os avantes Cuca, Chicão e Pachequinho, Felipão levou ferro do Juventude em Caxias (0-2), do Joinville em Santa Catarina (0-4) e de novo do Juventude, agora no Couto: 0-2. Ao final da partida contra o time de Caxias, sua terra de residência, aproveitou o embalo e voltou para o Sul de carona no ônibus do Ju. Felipão viria a superar com maestria sua péssima campanha no Coxa (que renderia uma Série C não fosse uma nova virada de mesa da CBF) ao conquistar Brasileiro, Libertadores, Copa do Brasil e a Copa do Mundo com a Seleção. Mas depois do último encontro dele com o Couto Pereira, deve ter coceiras ao ouvir o nome do estádio.
#2 – Wanderlei Luxemburgo
Luxa acabou largando o "pojeto" na metade
Cinco vitórias, cinco empates, cinco derrotas. Mais regular, impossível. Esse foi Wanderley Luxemburgo no Paraná Clube, em 1995, a contratação de treinador mais badalada da história do futebol paranaense (até a #1, logo abaixo, chegar). Luxa causou alvoroço na mídia local. Chamou a atenção do Brasil para o Paraná Clube, então único representante do Estado na Série A. Começou bem, no Brasileiro, com um time que tinha Régis, Paulo Miranda, Ricardinho e outros, e estava no meio do trajeto do Penta estadual. Mas começou a cair e via se aproximar nova demissão – havia saído do Flamengo após o Estadual, quando perdeu o título para o Fluminense de Renato Gaúcho no ano do centenário, com o famoso gol de barriga. Luxa foi salvo por uma proposta do Palmeiras, para montar o timaço da Parmalat que detinha o recorde nacional de vitórias seguidas até esse ano, quando foi superado pelo Coxa. Veja mais de Luxa no Tricolor no vídeo abaixo, da Globo.com:
#1 – Lothar Matthaus
O Alemão e a polêmica foto de US$ 1 milhão
Ninguém causou mais impacto no futebol paranaense que o Atlético ao trazer o capitão do tricampeonato da Alemanha, Lothar Matthaus, para o comando técnico. O alvoroço foi mundial. Nem Matthaus era um treinador tão conhecido (embora, como jogador, fosse um Zico alemão, só atrás do Pelé Beckenbauer), nem o Atlético ou algum paranaense havia sido tão midiático. Matthaus causou alvoroço na chegada, na passagem e na saída. Havia quem duvidasse do rendimento daquela equipe, em 2006, quando ele chegou. Passado o susto, vieram os métodos de treinamento europeus e as entrevistas com tradutor. O time até rendeu: seis vitórias e dois empates, entre Paranaense e Copa do Brasil, nos dois meses por aqui. Mas a foto ao lado – e supostas aventuras extra-conjugais – tiraram o Alemão do Furacão. Se houve affair ou não, não se sabe (ou se comenta); o que é fato é que a então esposa de Matthaus, Marijana (a 3a das 4) exigiu a volta dele, sob pena de um contrato de US$ 1 milhão ser executado no divórcio. Matthaus deixou um carro top de linha da Wolksvagem, quase zero kilômetro, com as chaves no contato no Aeroporto Afonso Pena; e uma conta de celular de mais de R$ 3 mil. Anos mais tarde, disse ter se arrependido de deixar o comando atleticano intempestivamente.
Menção honrosa
Todos os técnicos acima são midiáticos, de grande exposição na imprensa nacional/mundial. Nenhum, no entanto, fez o caminho inverso. A exceção é Nuno Leal Maia, técnico do Londrina em 1995. Melhor que a história, é apresentar um grande momento dele como ator – função que, convenhamos, ele vai muito melhor: