Felipe Ximenes garante Marcelo Oliveira no Coxa

Ontem, a produção do Jogo Aberto Paraná ouviu o superintendente de futebol do Coritiba, Felipe Ximenes, sobre as pressões da torcida em cima do técnico Marcelo Oliveira.

Ximenes foi categórico: desconhece qualquer tipo de pressão e dá mão firme ao treinador. Assista:

O Jogo Aberto Paraná é exibido de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Assista!

Evolução atleticana

O Furacão já saiu da lanterna, mas ainda está na zona de rebaixamento do Brasileirão. A idéia é dar mais um passo para deixar a crise para trás amanhã, contra o Atlético-GO, fora de casa.

O técnico Renato Gaúcho, que tem a volta de Madson, confia na evolução da equipe para triunfar em Goiânia. Confira:

O Jogo Aberto Paraná é exibido de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Acompanhe!

Coxa x São Paulo: duelo no Couto

Vai ao Couto Pereira? Entre no clima do jogo e fique bem informado assistindo a reportagem de Henriqu Giglio sobre o encontro entre Coritiba x São Paulo, exibida na Band, no Jogo Aberto Paraná.

Ouça o que disseram Marcos Aurélio e Marcelo Oliveira:

O atacante Marcos Aurélio também falou das críticas públicas ao técnico Marcelo Oliveira, feitas após o empate contra o Bahia:

E se você for ao Couto, faça um vídeo seu acompanhando a partida e participe do quadro Cinegrafista Torcedor. Envie para jogoabertopr@band.com.br

Acompanhe o Jogo Aberto Paraná de segunda a sexta 12h30 na Band Curitiba!

Contra-resposta

Confesso ter me espantado com a reação de alguns torcedores do Coritiba quanto às declarações do atacante Marcos Aurélio contra o técnico Marcelo Oliveira hoje, no Jogo Aberto Paraná. Se você não ouviu a cobrança pública feita pelo jogador, ouça abaixo:

A entrevista foi gentilmente cedida pela Rádio CBN Curitiba 90.1 FM e feita pelo amigo Gustavo Marques após o jogo. Aqui, no site Coxanautas, está transcrito outro trecho, que não tive acesso, retirado do momento seguinte a saída de campo no microfone da Rádio Transamérica, pelo também amigo Kako Mazanek. Esse trecho um pouco mais agressivo.

Enfim, voltando ao tema, me surpreendi com a reação negativa de alguns torcedores que mandaram mensagens ao programa quanto ao que ele disse. Em resumo, a maioria pedia para ele “jogar mais e falar menos”. Compreendo e debati com o comentarista Gerson Dall’Stella que, sem dúvida, a imprensa não é o foro mais indicado para esse debate entre ambos – e só aí está o erro de Marcos Aurélio na atitude. De resto, estou com o Baixinho.

Oras!, há poucos dias o Coritiba foi cobrado duramente pelo desempenho ruim fora de casa. Segue sem vencer, apesar de ter tido oportunidades, como você vê na reportagem da Band Bahia abaixo:

Pois o que Marcos Aurélio (que arriscou uma bicicleta não relatada pela bela Juliana Guimarães no vídeo acima) quer é atitude. E está dando a cara a tapa e cobrando posicionamento dos colegas exatamente pra isso. Como me disse o Gerson no programa, é melhor jogador assim do que o que se conforma com a reserva.

Essa decisão cabe ao técnico Marcelo Oliveira (tirar ou não o jogador do time) mas é evidente que ele não precisa gostar disso.

Marcos Aurélio não deve ser mal-interpretado sob pena de se instalar uma crise no Coritiba. Se realmente a cobrança pública não é saudável, eu entendo que o silêncio poderia ser ainda pior para as pretensões do clube.

Os vídeos acima foram exibidos no Jogo Aberto Paraná desta segunda, na Band Curitiba. O programa vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, para Curitiba, RMC, Ponta Grossa e Campos Gerais e Paranaguá e litoral.

Trabalhando e coçando

O indiscreto e atento Geraldo Bubniak, do Futebol Paranaense.net, esteve no CT do Caju acompanhando o primeiro treino de Renato Gaúcho no Atlético e fez o vídeo abaixo.

Lá estavam Alfredo Ibiapina, diretor de futebol, e Luiz Fernando Cordeiro, coordenador de futebol, passando instruções ao novo técnico, que estava ali, trabalhando e… coçando.

Detalhe para a participação de Marcinho, já de colete titular. Ele está regularizado no BID e pode ser surpresa contra o Avaí.

A chegada de Renato

Renato Gaúcho foi apresentado hoje à tarde na Arena sob os olhos de boa parte da imprensa curitibana. Muita gente, até da velha guarda, esteve ou apenas passou (foi o meu caso) para ver o treinador com o maior salário da história do futebol paranaense. Estima-se R$ 350 mil reais por mês.

Renato não terá vida mole. A fase atleticana é terrível e, querendo ou não, ele terá papel de salvador da pátria. Mas, sem nem mesmo dirigir a equipe, já começou a dar resultados. Renato é marketing. Basta ver o banner atrás dele na entrevista abaixo:


(Esse é o primeiro vídeo post que faço. Peço desculpas pela precariedade. Vai melhorar, diria o Adílson Batista)

Se você quer ver a entrevista completa, assista ao Jogo Aberto Paraná amanhã, 12h30, na Band Curitiba.

Notem também que ele recebeu a camisa 10 do Atlético, com seu nome. E que em seu agasalho há um “RG”. É mais que a personalidade do treinador: é uma maneira do clube tentar criar o mito Renato, presente no Grêmio e no Fluminense, na Baixada.

Renato nunca jogou no Atlético. Pelo contrário: defendeu dois times que causam arrepios nos torcedores rubro-negros (os acima citados). Mas é persongem nacional. Apenas no dia da sua apresentação, emplacou capa nos portais Globo.com, Terra e ESPN; uma busca por “Renato Gaúcho chega ao Atlético” no Google traz 835 mil resultados. Com Renato, o Atlético voltou a ser notícia boa – ao menos por um dia.

Se no campo vai dar certo, não se sabe; mas nas declarações que pude ler (não acompanhei a entrevista inteira) ele pareceu o cara certo para o drama atleticano. Disse que conhece o boleiro pelo cheiro e que o que esse time precisa é de confiança.

E um cara que diz que transou com mais de mil mulheres deve ter auto-estima e confiança de sobra para passar.

Linha tênue II

Há poucos dias escrevi sobre a linha tênue que o Atlético vem criando ao permitir opinião institucional à facções organizadas, como no caso da invasão ao CT (Leia aqui e assista reportagem aqui).

Pois hoje, logo depois da coletiva de imprensa, membros de uma das organizadas atleticanas foram ter um particular com Renato, Foram “conferir se ele ia honrar o salário que o Atlético vai se lascar pra pagar a ele”, apurei. E ouvi de gente de dentro do clube que a relação aberta com as organizadas é uma tentativa de controle de rebelião. Uma troca de gentilezas, por assim dizer.

A política do clube está em ebulição. E essa condução liberal demais (que também me confidenciaram ser na verdade ausência de comando central) pode ter um preço. Se o milagre de Renato não vier e o couro comer, o comando atleticano é co-responsável.

E, convenhamos, ninguém gosta ou trabalha melhor quando é coagido.

 

Reportagem: Ibiapina explica contratação de Renato Gaúcho

O Atlético investiu pesado para trazer Renato Gaúcho. Confira na reportagem abaixo as razões dadas por Alfredo Ibiapina, diretor de futebol do clube, para a escolha do treinador.

Ibiapina também fala o porquê Renato só assume o time contra o Avaí – e não amanhã contra o Inter.

A reportagem foi exibida no Jogo Aberto Paraná de hoje:

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de 2a a 6a, na BandCuritiba, às 12h30. Acompanhe!

Aproveite e vote na enquete: você aprovou a contratação de Renato Gaúcho pelo Atlético? Clique aqui!

Os midiáticos

O futebol paranaense recebe Renato Gaúcho. Figurinha carimbada no Rio, Renato vai conhecer agora Curitiba. Mas não será o primeiro técnico badalado a dirigir um clube paranaense.


Renato no Chacrinha: badalação é com ele mesmo

Vamos relembrar o Top 5 dos técnicos mais badalados que já passaram pela terrinha:

#5 – Mano Menezes

Mano Menezes já comeu pierogi em Irati

O atual técnico da Seleção abre a lista dos badalados embora não fosse técnico de ponta quando dirigiu o Iraty. Foi em 2003, quando o Azulão disputou a Série C do Brasileiro, como relembra esta matéria do Paraná OnLine. Pelo time paranaense, quatro derrotas, um empate e uma vitória. Mano deixou o Iraty sem deixar saudades nos torcedores do Azulão – ao menos pelos resultados em campo, porque, reza a lenda, era rei do churrasco. Do Iraty foi para o Guarany de Venâncio Aires e perambulou pelo interior gaúcho até chegar ao Grêmio, depois de destacar-se no Caxias. Da Batalha dos Aflitos à Seleção Brasileira, a história é conhecida.

#4 – Joel Santana

From the middle, to behind. Na tabela.

Outra figuraça nacional que passou por aqui, no Coritiba. Simpático e bem humorado, o carioca Joel Santana, rei do Rio e da Bahia, naufragou no Coxa. Chegou no Brasileirão 2001, para ajudar o time a sair das últimas posições. Acabou em um 17o lugar entre 28 equipes, em um ano tumultuado no Alto da Glória muito mais em função da conquista atleticana. E como tudo era problema, a prancheta de Joel não agradou. O técnico foi se desgastando, se manteve para o Paranaense e a Sul-Minas, mas uma goleada por 1-6 para o Paraná encerrou a passagem dele por aqui, sob os gritos de “Fica, Joel”. Por parte dos tricolores, é claro. Joel seguiu a vida, voltou a ganhar títulos no Rio e fazer bons trabalhos. Mas passou a ser um dos midiáticos após a passagem pela Seleção da África do Sul, com impecáveis entrevistas em inglês:

#3 – Felipão

"O Couto Pereira não me dá sorte..."

Felipão chegou ao Coxa em 1990, com o clube amargando a crise do rebaixamento na caneta em 1989, por ter levado WO contra o Santos, mesmo amparado por uma liminar. Ele ainda não era O Felipão – só viria a ser a partir do ano seguinte, quando conquistou a Copa do Brasil com o Criciúma. Dirigindo um time que tinha grandes nomes no papel, como o goleiro Mazaropi, os meias Norberto, Bonamigo e Tostão e os avantes Cuca, Chicão e Pachequinho, Felipão levou ferro do Juventude em Caxias (0-2), do Joinville em Santa Catarina (0-4) e de novo do Juventude, agora no Couto: 0-2. Ao final da partida contra o time de Caxias, sua terra de residência, aproveitou o embalo e voltou para o Sul de carona no ônibus do Ju. Felipão viria a superar com maestria sua péssima campanha no Coxa (que renderia uma Série C não fosse uma nova virada de mesa da CBF) ao conquistar Brasileiro, Libertadores, Copa do Brasil e a Copa do Mundo com a Seleção. Mas depois do último encontro dele com o Couto Pereira, deve ter coceiras ao ouvir o nome do estádio.

#2 – Wanderlei Luxemburgo

Luxa acabou largando o "pojeto" na metade

Cinco vitórias, cinco empates, cinco derrotas. Mais regular, impossível. Esse foi Wanderley Luxemburgo no Paraná Clube, em 1995, a contratação de treinador mais badalada da história do futebol paranaense (até a #1, logo abaixo, chegar). Luxa causou alvoroço na mídia local. Chamou a atenção do Brasil para o Paraná Clube, então único representante do Estado na Série A. Começou bem, no Brasileiro, com um time que tinha Régis, Paulo Miranda, Ricardinho e outros, e estava no meio do trajeto do Penta estadual. Mas começou a cair e via se aproximar nova demissão – havia saído do Flamengo após o Estadual, quando perdeu o título para o Fluminense de Renato Gaúcho no ano do centenário, com o famoso gol de barriga. Luxa foi salvo por uma proposta do Palmeiras, para montar o timaço da Parmalat que detinha o recorde nacional de vitórias seguidas até esse ano, quando foi superado pelo Coxa. Veja mais de Luxa no Tricolor no vídeo abaixo, da Globo.com:

#1 – Lothar Matthaus

O Alemão e a polêmica foto de US$ 1 milhão

Ninguém causou mais impacto no futebol paranaense que o Atlético ao trazer o capitão do tricampeonato da Alemanha, Lothar Matthaus, para o comando técnico. O alvoroço foi mundial. Nem Matthaus era um treinador tão conhecido (embora, como jogador, fosse um Zico alemão, só atrás do Pelé Beckenbauer), nem o Atlético ou algum paranaense havia sido tão midiático. Matthaus causou alvoroço na chegada, na passagem e na saída. Havia quem duvidasse do rendimento daquela equipe, em 2006, quando ele chegou. Passado o susto, vieram os métodos de treinamento europeus e as entrevistas com tradutor. O time até rendeu: seis vitórias e dois empates, entre Paranaense e Copa do Brasil, nos dois meses por aqui. Mas a foto ao lado – e supostas aventuras extra-conjugais – tiraram o Alemão do Furacão. Se houve affair ou não, não se sabe (ou se comenta); o que é fato é que a então esposa de Matthaus, Marijana (a 3a das 4) exigiu a volta dele, sob pena de um contrato de US$ 1 milhão ser executado no divórcio. Matthaus deixou um carro top de linha da Wolksvagem, quase zero kilômetro, com as chaves no contato no Aeroporto Afonso Pena; e uma conta de celular de mais de R$ 3 mil. Anos mais tarde, disse ter se arrependido de deixar o comando atleticano intempestivamente.

Menção honrosa

Todos os técnicos acima são midiáticos, de grande exposição na imprensa nacional/mundial. Nenhum, no entanto, fez o caminho inverso. A exceção é Nuno Leal Maia, técnico do Londrina em 1995. Melhor que a história, é apresentar um grande momento dele como ator – função que, convenhamos, ele vai muito melhor:

Renato e o homem nu

Nada de olhos fechados: homem nu acompanhará os passos de Renight no Atlético

“Quando eu fazia festas no meu apartamento no Rio, até o Cristo Redentor fechava os olhos”, disse esses dias Renato Gaúcho, novo técnico do Atlético, a Revista ESPN. Foi apenas uma das ótimas frases do cara que vai ter que “passar o trator”* na crise atleticana. Renato Gaúcho agora é paranaense e na outrora pacata Curitiba terá alguém menos puro vigiando seus passos.

Não, o comportamento noturno de Renato não deve o preocupar, caro atleticano. Não se trata dos passos do novo técnico na noite das belas curitibanas o monitoramento a se fazer. É em campo mesmo. Ou melhor, no CT do Caju. É lá que Renato também terá que ser menos puro, se quiser resolver o problema atleticano.

Crédito ele tem. Poucos jogadores e ainda menos treinadores são mais “bandidos” que ele. Assim, identificar e enquadrar eventuais dissonantes no grupo será baba. Aval, me garantiu Alfredo Ibiapina, ele também terá. “O Renato vai conhecer o elenco primeiro, mas vamos dar o apoio que ele precisa”, disse o diretor de futebol rubro-negro, quando perguntado sobre a limpa no elenco. No Atlético há uma pre-lista daqueles que já não interessam mais ao clube, mas evitou-se uma decisão uma vez que o novo técnico poderá ter uma leitura diferente de alguns problemas.

Por outros caminhos, soube que um que está na alça de mira é o auxiliar Leandro Niehues. Há rejeição externa e agora interna ao nome dele. Antônio Lopes já deixou a Baixada se queixando dele, Sérgio Soares, Geninho e Adilson Batista passaram por ali sem muita amizade com Niehues e Renato poderá até pegar uma ou outra dica, mas deve abrir o olho. Está claro que – vide a linha acima – o auxiliar não foi lá muito útil com os antecessores. Com Renato ao pé das coisas, pode rodar.

O clube está investindo pesado no novo técnico. Os valores especulados (cerca de R$ 300 mil/mês até dezembro) não foram confirmados por Ibiapina, que acredita ser pessoal o rendimento do treinador – e eu respeitei, cada um ganha e paga aquilo que entende merecer. Mas sabe-se que foi mais barato que o que pediu Celso Roth e mais caro do que todos os treinadores que já passaram pelo Furacão. “Não estamos medindo esforços”, me disse o diretor.

Ibiapina ainda descartou a chegada de Antônio Lopes, cogitado para ser um supervisor de futebol no Furacão. Me disse que ‘não sabia de onde surgiu isso’, mas deixou escapar que Lopes ‘não quer deixar de ser treinador agora’.

Renato será apresentado à imprensa na quinta pela manhã, um dia depois de um temerário jogo contra o Inter, na Porto Alegre em que fez história pelo Grêmio, mas que não o receberá para esse jogo. Renato verá pela TV o que nenhum atleticano aguenta mais ver: o catadão que é hoje o 11 atleticano. E já pediu o apoio do torcedor nessa entrevista ao site oficial. Salvo alguma surpresa positiva aos rubro-negros, o trabalho de bombeiro começa só contra o Avaí, na Arena, na próxima rodada. E provavelmente, agora sob os olhos do Homem Nu, talvez sinta falta do Cristo, agora como aliado na difícil tarefa de vencer 15 dos 31 jogos que restam.

*”Tem que passar o trator. Elas querem dar, tem que comer mesmo”, disse Renato sobre o assédio das mulheres aos boleiros, na Revista ESPN.

Os dois Renatos

Indefectível de óculos escuros, Renato Gaúcho é uma celebridade. Parece arrogante, mas pelas informações dos colegas de outras praças, é uma figura e tanto, quase sempre de bom humor. Não terá futvolei em Curitiba; nem sol. Qual Renato assumirá o Atlético?

O bom: Renato pegou o Grêmio ano passado na zona de rebaixamento no ano passado e, vencendo o próprio Atlético em confronto direto, classificou o time para a Libertadores. Antes, fazia boa campanha no Bahia, que acabou subindo para a Série A. Renato também conduziu o Fluminense a uma decisão de Libertadores, após montar o time que venceu a Copa do Brasil de 2007.

 

O mau: Sua primeira incursão como técnico foi em 1996, quando ainda era jogador do Fluminense. Caiu para a Série B, sem salvar a equipe, mesmo após prometer “andar pelado se não tirar o Flu dessa”. Pra sorte de todos, caiu e não cumpriu. Renato também foi mal no Vasco em 2008 e acabou rebaixado para a Série B com o time carioca.