O repórter Henrique Giglio relembrou a trajetória recente do Furacão e ouviu envolvidos para tentar entender a crise atleticana. Como um clube com a estrutura, o dinheiro e a torcida que tem o Rubro-Negro pode chegar a esse ponto?
Confira reportagem especial exibida no Jogo Aberto Paraná sobre o momento do Atlético no Brasileiro:
Clicando aqui você segue nessa discussão, com uma coluna recentemente publicada aqui no blog.
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O Paraná Clube passou da água para o… suco, vai lá, em três meses. De um time rebaixado no Estadual, o Tricolor aumentou seu quadro de sócios para 6,5 mil e conseguiu um sucesso absoluto de vendas nas novas camisas – que depois de muito tempo, agradaram geral.
Falta muito ainda para que seja da água para o vinho. Mas de um cenário catastrófico (e ainda não 100% resolvido) para o G4 da Série B, com o resgate de parte do orgulho paranista, algo a mais aconteceu.
O vice-presidente de marketing do Paraná, Wladmir Carvalho, me recebeu na Sala da Memória, museu paranista. Entre taças e lembranças, me falou sobre o grupo gestor voluntário que toca o marketing do clube, o advento das novas camisas, desde a primeira idéia, a retomada do plano de sócios – e planos futuros – e o novo posicionamento do Paraná no mercado do futebol: “Queremos voltar aos dias de glória.”
No vídeo abaixo, apresentado apenas em partes no Jogo Aberto Paraná, você saberá mais das idéias para um novo vôo da Gralha. Confira:
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“Na hora passa um filme, nada que a gente levou como revanche, mas passa.” Foi assim que Marcos Aurélio, num bate papo informal, me contou o que sentiu quando abriu o placar (veja os lances logo abaixo) contra o Fluminense. O Baixinho estava presente no dia da maior tragédia coritibana. Essa história, você sabe de cor.
Mas a vida andou. A placa concedida acima pelo presidente Jair Cirino (sim, ele é o presidente) e pelo vice, Vilson Andrade, com um pedido de desculpas ao Fluminense, é a tampa da caixa preta do dia 6 de dezembro. Que não será esquecido, mas que já não deve mais ocupar o imaginário popular como ocupou até então. Os episódios que ficaram na história também ficaram para trás. O Coritiba – e todos nós – mudamos desde então.
Todos aprendemos o valor, o peso e os riscos que aquele episódio teve. A quem é coxa-branca, ainda restou uma revolução a se fazer. E ela aparece a cada dia, aos poucos. Uma amiga uma vez me contou uma história sobre o vestiário do Coxa naquele dia, que ouviu de alguém que lá estava. Disse que enquanto pratas da casa e jogadores identificados, como Edson Bastos, Pereira e o próprio Marcos Aurélio choravam, alguns, já de contrato com outros clubes, pensavam nas férias no Nordeste.
Marcos Aurélio, ex-atleticano (marcou presença na vitória sobre o River Plate em Nuñez, entre outras) teria outro desafio, além da desconfiança alviverde. Hoje olhar para trás é um prazer para ele. “Naquele dia fiquei muito chateado. Mas eu acredito que nós que ficamos aqui procuramos trabalhar sério e deu tudo certo, como foi. Foi uma honra reerguer o Coritiba.”
Não há como negar que os gols dele e de Pereira no jogo contra o Fluminense parecem uma pequena vingança. Não que o Fluminense tenha muito a ver com o que acontece: os cariocas vieram, jogaram e consolidaram uma reação espetacular contra a queda. Mas a vitória sobre o atual campeão brasileiro, consolidando o Coxa com o melhor ataque da competição até aqui, foi uma revanche contra os bárbaros e as barbáries.
O Coritiba agora fechou o ciclo. Simbolicamente, o dia 6 de dezembro de 2009 vai ser muito mais visto e lido agora em calendários antigos que nos noticiários esportivos.
Veja os gols do jogo e entrevistas com Tcheco e Marcelo Oliveira no vídeo abaixo, exibido no Jogo Aberto Paraná:
O Tricolor venceu o Vila Nova em um jogo duro na Vila Capanema. O placar de 2-1 devolveu ao Paraná a vaga no G4 da Série B. Depois da partida, o técnico Roberto Fonseca elogiou a equipe e defendeu o time de algumas críticas contra o excesso de faltas cometidas durante a disputa da Série B. Acompanhe os melhores momentos e ouça a entrevista:
Operário
O Fantasma estreou mal na Série D do Brasileiro. O time perdeu em Mirassol-SP, por 0-1, para o time da casa. O técnico Amilton Oliveira pediu reforços e lamentou o desempenho do meia Ceará, que jogou se recuperando de uma lesão. Confira o gol e a entrevista (a narração é de Marcelo Ferreira, da TV Vila Velha):
No outro jogo do grupo, CENE-MS 3-3 Oeste-SP. O Cerâmica-RS folgou na rodada.
Também pela Série D, o Cianorte venceu o Cruzeiro-RS por 1-0, em casa.
Atlético
Veja os gols de mais uma derrota do Furacão no Brasileiro, a 8a em 10 jogos. Desta vez, o time saiu na frente, mas cedeu a virada para o Vasco:
O próximo jogo do Atlético será sábado, 18h30, contra o Botafogo-RJ na Arena.
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na Band Curitiba, para Curitiba, RMC, Ponta Grossa e Campos Gerais e Paranaguá e litoral. Acompanhe e nos siga no twitter: @jogoabertopr e @bandcuritiba
Agonia sem fim (foto: Franklin Freitas @franklinje)
O atleticano olha para os lados, incrédulo. Não há saída. É a pior campanha do clube na história do Brasileirão até então. E pelo mesmo período, a pior de todos os tempos, superando (será que cabe esse termo?) a do América-RN em 2007, que, a esta altura, tinha 7 pontos em 10 jogos (fechou com 17 em 38).
O Atlético vai cair.
E por quê? É a partir da análise de seus erros que o Rubro-Negro pode tentar se salvar. E não são poucos.
Esse texto foi provocado a partir de uma tuitada de Marcelo Robalinho, sócio do filho de Mário Sérgio e empresário de Alex Mineiro. Disse: “Quando o #CAP pagar o Alex Mineiro, a praga dos 3 pontos acaba”, logo após mais uma derrota, desta vez para o Vasco, de virada. E praga pega? Bruxaria pega, como você já viu aqui?
Não sei.
Mas o que pega mesmo é um planejamento completamente equivocado e uma crise de gestão nunca vista por aqui. Sim, nunca. Porque o Coritiba rebaixado em 2009 vivia uma crise de vaidades, do campo ao gabinete, com muita gente querendo aparecer mais que o outro, dando e obtendo privilégios e esquecendo o principal: o clube. Mas não tinha os recursos que o Atlético tem. O mesmo, e em maior escala, se aplica ao Paraná: mesmo o rebaixamento no Estadual não é proporcionalmente tão grave, falando-se em gestão, quanto o momento atleticano. Explica-se: o Paraná, sem dinheiro, apostou (mal) em um time barato para o Paranaense. E deu no que deu. O problema do Tricolor é de recursos. Houve erros, mas não havia como fazer muito melhor.
A mensagem do empresário me provocou algumas lembranças. Há quanto o Atlético vem queimando seus ídolos? Há quanto o clube é mal visto no mercado da bola? Há poucos dias, o blog Cruzeiro Eu Sou provocou uma discussão. Queria entender como um clube com a estrutura atleticana pode chegar a um patamar tão baixo. Um dos primeiros a responder foi um personagem central do futebol paranaense:
Alex não deve ser visto por você, leitor que é atleticano, como um coxa-branca. Estamos falando de um dos maiores craques que esse Estado já produziu, inteligente dentro e fora de campo, bem-quisto pelos colegas e imerso no mercado. Alex é referência. E o que ele fala deve ser levado em consideração.
Assim como Marquinhos Santos, hoje no Coritiba, quando me disse “O Atlético produz para vender; o Coritiba, para ser campeão”. Na época a reportagem foi mal vista. Mas mostra uma disparidade entre a gestão dos clubes, que não vem de hoje e não é eterna.
Um clube de futebol existe para fazer a alegria do torcedor. Sim, é negócio e precisa dar lucro. Mas tem que ter gestão voltada para tal fundo. A política está matando o Atlético. A Série B que se apresenta cada dia mais real é apenas o pano de fundo. Muitos já foram e voltaram – e um dos melhores exemplos está em casa mesmo, ao lado.
Enquanto o Atlético patinar entre coronéis e saladas, quem sofrerá é seu povo.
Há cerca de um mês, o Coritiba inaugurou novos alojamentos no Couto Pereira. Os antigos apartamentos disponíveis para os jogadores da base ganharam nova roupagem e um nome: Espaço Dirceu Kruger, em homenagem ao Flecha Loira, um dos grandes ídolos do Coxa.
O Jogo Aberto Paraná apresentou reportagem mostrando mais dessa estrutura. Confira no vídeo abaixo:
Destaque para Tobi, campeão brasileiro em 1985, que parece não envelhecer.
E para quem não se recorda, o gol no vídeo é de Indio.
Domingo começa a Série D para o Operário. É um dos dois representantes do Estado na quarta divisão nacional (o outro é o Cianorte). O adversário é o Madureira. A equipe viaja nesse sábado para Mirassol, interior paulista, quase 500km da capital São Paulo. Na reportagem abaixo, exibida pelo Jogo Aberto Paraná hoje, você confere os preparativos finais.
O Operário é um fruto em maturação. Ano passado, chegou perto do acesso que, convenhamos, é matematicamente fácil pelo regulamento. Fracassou no jogo em casa contra o Madureira e no Rio acabou goleado. Curiosamente aquele que poderia ser o maior potencial do Fantasma vem sendo um atrapalho: o Germano Kruger.
O clube, que teve a terceira maior média de público do Paranaense, não foi bem nos jogos em Ponta Grossa. Poderia ter ido além no Estadual se tivesse melhor desempenho em casa, até porque fora dela, foi mesmo um Fantasma, especialmente para Atlético e Paraná.
O fato é que o clube está em crescimento. Está em uma cidade forte no Estado, tem torcida presente fiel – via de regra, operariano não se divide entre Atlético, Coxa ou Corinthians; é Fantasma e pronto, – e que costuma apoiar. Acertou um bom time, mesmo perdendo destaques como Cambará e Lisa. Mas tem um grupo difícil. Paulistas, como Mirassol e Oeste, sempre tem bom investimento. O primeiro foi sensação no início do Paulistão; o segundo, campeão do interior de lá, socando 3-0 na Ponte Preta em Itápolis, a mesma Ponte que hoje é G4 na Série B. Completam o grupo o CENE-MS, clube que revelou Keirrison, ex-Coxa e pertence ao Reverendo Moon, da Igreja Movimento da Unificação e o Cerâmica-RS, que recentemente foi eliminado pelo Paraná Clube na Copa do Brasil.
Com o Londrina em reinvenção, o papel do Operário pode ser se tornar a força do interior paranaense pelos próximos anos. Não é utopia imaginar que um Estado como o Paraná tenha duas ou três forças além da capital, como já aconteceu com os gaúchos em anos passados, com Juventude, Caxias e Brasil de Pelotas.
No domingo, veremos se o Fantasma está melhor preparado para trilhar essa estrada.
É raro eu me sentir à vontade para criticar colegas de profissão. Acho que cada um tem que saber onde o calo aperta e deitar no travesseiro com sua consciência limpa. Erros, todos cometemos. Uma avaliação injusta, precipitada, um erro de português ou digitação, algo assim. Não dá pra escapar. Acontece.
Mas tem coisa que não se admite, como leviandade ou preguiça. E saio da minha zona de conforto nesse post para citar um tema que me incomoda e não fujo nas conversas com amigos, mas que nunca tornei público como farei agora: o comportamento ético e correto de nós, jornalistas. O que me pegou foi o exemplo abaixo, caso claro de leviandade. E justo do maior portal de notícias do País. Confira:
"Fonte diz que"? Há sigilo de fonte sim, mas jogar ao vento assim...
Ao induzir o leitor que Madson “poderia estar” alcoolizado, o jornalista, que não assina a matéria, fez a típica reportagem de escritório: sentado, ouviu falar que o jogador talvez estivesse no carro, alcoolizado, e tascou no título. Sem uma prova, uma frase sequer de alguém que estivesse no local. “Fonte diz que” é o que basta para jogar uma suspeita grave sobre um cidadão. Preciso lembrar que dirigir alcoolizado é crime?
Dirão: “há o sigilo de fonte”. Fato. Mas para usá-lo, é preciso provar. Não se pode confiar apenas no “ouvi que”. Se a fonte viu Madson sair do carro alcoolizado, poderia descrever a situação, certo? Riqueza de detalhes, contexto da situação. Ou seja, jornalismo. No vídeo abaixo Madson conta o que aconteceu. Pela tranquilidade e também pelas leis da física, que não permitem que ele esteja em mais de um lugar ao mesmo tempo, confio no que ele diz:
A reportagem do portal citado é um show de suposições baratas. Jornalismo chulo e, infelizmente, referendado pela maior emissora de comunicação do País. Como me disse um também indignado Leonardo Mendes Jr, editor da Revista ESPN e por anos editor da Gazeta do Povo, “É coisa de reporter preguiçoso e editor irresponsável em busca de acessos.”
E porque nos ofendemos, ou mais especificamente, eu me ofendi com a manchete?
Madson não é santo, o histórico mostra. O que ele ou outros jogadores fazem fora de campo é problema pessoal, não me diz respeito – exceção ao que traz consequencias dentro de campo, o que é meu objeto de trabalho.
Mas diariamente, via Twitter, blog, e-mail ou até na padaria, somos cobrados. Você, leitor, é acima de tudo um apaixonado pelo seu time. E qualquer coisa que falemos que soe mal a você já é lido como má intenção. Essa não é verdade da parte boa da imprensa. Jornalismo não vive de favores ou é feito para agradar alguém, mas conduzido com ética e respeito, é salutar, ainda que a notícia desagrade.
Todos nós que estamos do lado de cá temos que pagar esse preço. Se fala bem do time X, é porque é torcedor ou está recebendo do clube; se fala mal, é torcedor do rival. Faz parte, mas enche. Eu acompanho sempre que o tempo permite as comunidades e fóruns dos times que estão na minha área de cobertura e sempre sobra um ou outro xingamento, por muitas vezes injusto. Claro, se nem Jesus agradou a todos, não será esse pecador aqui. Mas às vezes cansa ler um caminhão de bobagens sobre você ou colegas que trabalham com dedicação e na mais alta seriedade por implicância ou generalismo barato.
Jornalismo de verdade é feito com contato humano, questionando e analisando, pesquisando e informando sem distorções. Se a justiça entende que a técnica não se aprende na faculdade (um erro absurdo de um País que quer mergulhar de vez na mediocridade), o caráter então é de berço. Esse, nenhum diploma garante. Imagine sem um nem outro.
A minha briga diária, e de outros bons da nova geração, é para manter uma imagem de respeito e credibilidade. Assim, quando alguém pisa na bola como foi o caso, o malefício é geral. E dessa vez, resolvi pontuar.
Mas há esperança. É você que lê essas mal traçadas. Engana-se quem acha que o torcedor não percebe. Aos poucos, a resposta vem. Muitos ainda se vêem sem opção, caindo nas mesmas redes de informações que criticam. É tempo até que a cabeça separe o certo do duvidoso. Estar do lado correto é mais salário que qualquer envolvimento escuso possa garantir.
O maior clube da Argentina escolheu o CT do Atlético para sua pré-temporada. Perto do encerramento, com quase 15 dias de presença do Boca Juniors em Curitiba, faço um mea-culpa: acho que a imprensa local não deu a dimensão exata do que representa ter o clube de maior torcida e que dominou a América no início dos anos 2000 em Curitiba.
O Boca, para os argentinos, é mais que um clube. Não é exatamente o que é o Barcelona para os catalães, mas se aproxima muito. É la mitad más uno, como se diz por lá; mais da metade dos argentinos é Boca. Não é Flamengo ou Corinthians aqui; a proporção é maior.
O bairro de La Boca não é só a casa do time. É o local da origem do tango, outro orgulho argentino. E do povo. O Boca é povo, é orgulho argentino. E já atravessou fronteiras.
Hoje, o Jogo Aberto Paraná exibiu reportagem com uma paranaense apaixonada pelo Boca, que realizou o sonho de conhecer astros como Riquelme e Schiavi. Nascida no Paraná e sem nunca ter visitado a Argentina, Edna é Boca Juniors.
Sua história de amor pelo Boca passa pela presença do ex-presidente da Fifa, João Havelange e, claro, Diego Maradona. Assista:
Também me confesso boquense. Estive na Argentina em várias ocasiões, mas foi na primeira, em que conheci La Bombonera, que fiquei fã do Boca. Nada comparado a paixão da Edna, mas uma admiração que me faz até ter satélite para ver o Argentinão na TyC Sports ou na Fox Sports ao longo do ano. Mas sou cara-de-pau: além do Boca, torço por Racing e Huracán no país vizinho. Coração de mãe.
Bastidores da passagem do Boca
Além do sucesso na noite curitibana, relatado aqui pelo Zé Beto, os craques do Boca se impressionaram com a estrutura do CT atleticano. O diário Olé chegou a preparar um material especial sobre a pré-temporada brasileira do Boca (aqui, cara) coisa que vimos pouco na imprensa nacional.
Boca treina no Caju: Riquelme se impressionou (foto: Guilherme Linhares)
Riquelme, tido por muitos como arrogante, foi simpático com funcionários e torcedores que chegavam até ele no CT. Para os boquenses do Brasil, em especial de Curitiba, ficará a lembrança, como conta Guilherme Linhares, estudante de Relações Internacionais e filho do narrador do SporTV, Linhares Jr:
“Muito bacana ver um clube argentino de perto, ainda mais sendo o maior deles. Uma oportunidade única, que talvez só um time como o Atletico pode oferecer devido sua estrutura. Sentir o clima de uma equipe como o Boca nao tem preço para mim que sou apaixonado por futebol. Ter a chance de ver o craque Roman Riquelme e pegar seu autografo e algo dificil de se explicar.”
Resta esperar como será o desempenho do Boca no Apertura/11 pós CT do Caju. E descobrir porque o CT do Atlético não emplaca com o próprio.
Abaixo, segue tradução do texto para o espanhol:
El club más grande de Argentina eligió el CT de Atlético a su pre-temporada. Cerca del final, con casi 15 días en la presencia de Boca Juniors en Curitiba, hago un mea culpa: Yo creo que la prensa local no le dio la dimensión exacta de lo que significa tener el mayor club de fans, que dominó América a principios de los de 2000 acá en Curitiba. Boca, para los argentinos, es más que un club. No es exactamente lo que los catalanes de Barcelona, pero está muy cerca. Es La Mitad más Uno, como dicen por ahí, más de la mitad de la hnichada de Argentina. Flamengo y Corinthians no se acercan, la proporción es mayor. El barrio de La Boca no es sólo la casa del equipo. Es también el sitio de origen del tango, otro orgullo argentino. Y el pueblo. La Boca es el orgullo de la gente de Argentina. Que ha cruzado fronteras. Hoy, Jogo Aberto Paraná mostró una historia de amor con Boca, que hizo el sueño de Edna visitar las estrellas como Riquelme y Schiavi. Nacida en Paraná, sin nunca haber visitado Argentina, és hincha de Boca Juniors. Su historia de amor con Boca pasa a través de la presencia del ex presidente de la FIFA Joao Havelange y, por supuesto, Diego Maradona. (Video) También me confieso Boca. Yo estuve en Argentina en varias ocasiones, pero primero contacto con La Bombonera, me quedo de Boca. Nada comparado con la pasión de Edna, pero que me hace tener el satélite y ver a Clausura/Apertura en TyC Sports o Fox Sports durante todo el año. Pero estoy cara a acciones, más allá de la boca, alentando a Racing y Huracán en Argentina. Corazón de Madre. Backstage Pass Boca Además del éxito de la noche en Curitiba, informó aquí por Ze Beto, las estrellas de Boca hizo impresionado con la estructura de la CT de Atlético. El diario Olé preparó un material especial de Boca en Brasil antes de la temporada; lo hemos visto poco en la prensa brasileña. Riquelme, considerado por muchos como arrogante, era amable con el personal y los aficionados que acudían a él en el CT. Hinchas de Brasil, Curitiba, en particular, como se recordará, según lo contado por Guilherme Linhares, un estudiante de Relaciones Internacionales y el hijo del narrador de SporTV , Linhares Jr: “Muy bonito para ver de cerca un club argentino, aunque la mayor de ellas. Una oportunidad única, tal vez sólo un equipo como el Atlético puede ofrecer debido a su estructura. Sienta la atmósfera de un equipo como Boca no tiene precio para mí que Soy un apasionado del fútbol. Tener la oportunidad de ver el as Román Riquelme y obtener su autógrafo y algo difícil de explicar.” Sólo podemos esperar el desempeño de Boca en Apertura/11 despues del CT. Y averiguar por qué CT de Atlético no ayuda a suyos propios.
Se você não pôde assistir o programa hoje, confira as reportagens exibidas no Jogo Aberto Paraná aqui pelo blog.
Coritiba x Fluminense
Impossível falar do jogo de sábado sem lembrar o encontro de 2009, que resultou no traumático rebaixamento alviverde. De lá pra cá, muito mudou.
O meia Tcheco viajou no tempo e fez uma análise da realidade atual dos dois clubes. Confira:
Pergunta: há males que vem pra bem? Qual você acha que seria o destino do Coxa caso o time não tivesse sido rebaixado naquele fatídico jogo? Interaja!
Atlético
Chega de pessimismo! É a ordem de Renato Gaúcho no CT do Caju. Em situação crítica no Brasileirão, o Atlético precisa reagir e, para isso, o novo treinador aposta num astral diferente. Para ele, não é mais momento de lembrar o quão difícil está o momento do Rubro-Negro. Assista!
O Atlético jamais venceu o Vasco em São Januário. Mas para tudo tem uma primeira vez. Será com Renato Gaúcho, um cara que conhece muito cada canto do Rio de Janeiro? Comente!
Paraná Clube
Brinner, ex-Cianorte, é a aposta para a zaga tricolor, com dois jogadores suspensos, contra o Vila Nova. Desentrosamento? Brinner resolve no papo:
Avisa o Silvio Rauth Filho, do JE, que o duelo reune os times mais “amarelados” da Série B. Saibamais clicando aqui e comente abaixo!
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na Band Curitiba. Acompanhe!