Que beleza de camisa! #5: Olimpia

¡Hola! ¿Qué tal?

O Que beleza de camisa! dessa semana aresenta do time mais antigo – e vitorioso – do vizinho Paraguai. O alvinegro Olimpia completou 109 anos ontem e tem muita história para contar. Você vai conhecer um pouquinho mais agora, enquanto admira a beleza da nossa Carol Boa de Bola, colega de Jogo Aberto Paraná. (clique aqui para seguir ela no Twitter!).

Que beleza de camisa!

#5 Club Olimpia

Quem é? Grande clube paraguaio, fundado em 25/07/1902.

Já ganhou o que? Campeão Mundial em 1979, 3x Campeão da Libertadores (79/90/2002) e 38x Campeão Paraguaio.

Grande ídolo: Raúl Vicente Amarilla, campeão da Libertadores em 1990 e artilheiro do Paraguaião 88 e Libertadores 89 pelo Decano. Defendeu também o Barcelona da Espanha.

Apelido: Rey de Copas ou Decano.

Como anda? Maior campeão paraguaio, vive um jejum de 11 anos sem títulos. Nessa temporada bateu na trave no Apertura (jogado no primeiro semestre), ficando com o vice, atrás do Nacional. Não disputou a Libertadores desse ano.

Curiosidades: É o clube de futebol mais antigo do Paraguai. Foi fundado por um holandês em conjunto com amigos paraguaios. O nome Olimpia surgiu em homenagem a cidade grega de olimpia, onde os Jogos Olimpicos nasceram. É o maior rival do Cerro Porteño, outro grande clube paraguaio, que também disputa a supremacia do país – no entanto, nunca venceu a Libertadores.

O Olimpia e o futebol paranaense: Em 2004 o Olimpia esteve no grupo do Coritiba na Copa Libertadores (ocasião na qual adquiri a camisa usada pela Carol na foto) e ambos deram fiasco, sendo eliminados na primeira fase da competição. O Decano ficou atrás do Coxa na ocasião, com 1 vitória, 2 empates e 3 derrotas (o Coxa fez 2/2/2). Nos confrontos diretos, dois empates em 1-1. Apesar de estar pertinho do Paraná, o Olimpia nunca enfrentou Atlético ou Paraná Clube.

Esse post contou com a inestimável ajuda do @amanciao nas informações.

As mazelas do marketing

Chegou até o meu e-mail hoje a foto abaixo, que já circula na internet em diversos fóruns. Achei curioso e, como colecionador, interessado em saber quem tem a peça. E resolvi postar para discutir rapidamente um tema: as mazelas do marketing esportivo.

Camisa comemorativa da Copa do Brasil: agora, artigo raro

Evidentemente que as camisas tinham de ser produzidas com antecedência; não seria na quinta-feira pós título nacional, inédito e recuperando um orgulho de 26 anos, que a Lotto iria confeccionar um lote que com certeza teria grande vendagem.

As imagens vazaram e eu achei extremamente curioso – eis o porquê do post.

Mas existe algo mais. Quando da decisão, na primeira partida em São Januário, muito se falou e fez porque ambulantes vendiam faixas de campeão na frente do estádio carioca, pró-Vasco. Um sensacionalismo barato que fui contra, não abordei no Jogo Aberto, embora tenha visto algo por aí. Lógico que no jogo de volta também havia o mesmo artigo pró-Coritiba. E a mesma atitude foi tomada: destaque zero.

Há quem ache que ajuda o clube a vencer criando um factóide desses. Bobagem.

Além de jornalista, sou publicitário e sei que uma peça dessas tem que ser planejada antes. E pela vivência no futebol, que ela só chega ao vestiário no momento da decisão, como fator motivador aos jogadores que, oras!, precisam de mais motivação que o simples fato de tentar o título da Copa do Brasil?

Futebol é paixão e negócio – em cima da própria paixão. Discutir agora se devia ou não ser feito, se é motivador ou não, é a pior das bobagens possíveis. Há que se compreender a lógica da indústria. E parar que querer transformar essas ações, positivas e rentáveis aos clubes, em factóides na esperança de se tornar o herói de uma conquista. Como se a bola na rede fosse menos importante.

P.S.: Noves fora o que todos já sabemos, você gostou da camisa? Eu, sim.

Contra-resposta

Confesso ter me espantado com a reação de alguns torcedores do Coritiba quanto às declarações do atacante Marcos Aurélio contra o técnico Marcelo Oliveira hoje, no Jogo Aberto Paraná. Se você não ouviu a cobrança pública feita pelo jogador, ouça abaixo:

A entrevista foi gentilmente cedida pela Rádio CBN Curitiba 90.1 FM e feita pelo amigo Gustavo Marques após o jogo. Aqui, no site Coxanautas, está transcrito outro trecho, que não tive acesso, retirado do momento seguinte a saída de campo no microfone da Rádio Transamérica, pelo também amigo Kako Mazanek. Esse trecho um pouco mais agressivo.

Enfim, voltando ao tema, me surpreendi com a reação negativa de alguns torcedores que mandaram mensagens ao programa quanto ao que ele disse. Em resumo, a maioria pedia para ele “jogar mais e falar menos”. Compreendo e debati com o comentarista Gerson Dall’Stella que, sem dúvida, a imprensa não é o foro mais indicado para esse debate entre ambos – e só aí está o erro de Marcos Aurélio na atitude. De resto, estou com o Baixinho.

Oras!, há poucos dias o Coritiba foi cobrado duramente pelo desempenho ruim fora de casa. Segue sem vencer, apesar de ter tido oportunidades, como você vê na reportagem da Band Bahia abaixo:

Pois o que Marcos Aurélio (que arriscou uma bicicleta não relatada pela bela Juliana Guimarães no vídeo acima) quer é atitude. E está dando a cara a tapa e cobrando posicionamento dos colegas exatamente pra isso. Como me disse o Gerson no programa, é melhor jogador assim do que o que se conforma com a reserva.

Essa decisão cabe ao técnico Marcelo Oliveira (tirar ou não o jogador do time) mas é evidente que ele não precisa gostar disso.

Marcos Aurélio não deve ser mal-interpretado sob pena de se instalar uma crise no Coritiba. Se realmente a cobrança pública não é saudável, eu entendo que o silêncio poderia ser ainda pior para as pretensões do clube.

Os vídeos acima foram exibidos no Jogo Aberto Paraná desta segunda, na Band Curitiba. O programa vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, para Curitiba, RMC, Ponta Grossa e Campos Gerais e Paranaguá e litoral.

Reportagens: Jogo Aberto Paraná – 22/07/2011

Não deu para assistir o Jogo Aberto Paraná hoje? Tudo bem! Veja abaixo as reportagens dos times do sul do Paraná a entrar em campo nesse final de semana nas séries A, B e D do Brasileirão.

São só reportagens. Pra ver a Kelly Pedrita e a Carol Boa de Bola, só na segunda. Então não coma mais mosca! Ou clique aqui para amenizar a saudade…

Paraná

O Tricolor será o primeiro a entrar em campo nesse final de semana. Encara o Criciúma em SC às 16h de sábado. Jogo contra um adversário direto e bem conhecido de ao menos três jogadores paranistas: Cris, Lima e Zé Carlos.

Atlético

O Rubro-Negro segue a saga em busca da primeira vitória no Brasileirão. O otimismo cresce na Baixada e nas declarações do técnico Renato Gaúcho, que também cobrou melhor desempenho ofensivo de seus atacantes para o jogo contra o Botafogo-RJ, 18h30 de sábado na Arena.

Coritiba

O Coxa vai a Salvador encarar o Bahia, 16h de domingo, tentando a primeira vitória longe do Couto Pereira. Acompanhe abaixo os detalhes do último treino, com entrevista de Marcelo Oliveira, e também a visão de René Simões, ex-técnico alviverde e hoje comandante do Tricolor de Aço, sobre a partida.

Operário

Pra fechar o fim de semana de futebol, o Operário tenta a reabilitação na Série D, recebendo o CENE-MS em casa, no domingo 16h. O clube já buscou reforços, após perder na largada, fora de casa, para o Mirassol (0-1).

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na Band para Curitiba e RMC, Ponta Grossa e Campos Gerais e Paranaguá e Litoral. Acompanhe!

Reportagens: Jogo Aberto Paraná – 21/07/2011

Nào pôde assistir ao Jogo Aberto Paraná hoje?

Confira aqui as reportagens do programa:

Atlético

O Furacão receberá o Botafogo no sábado, na Arena, em busca da primeira vitória após 10 jogos no Brasileirão. O time é o pior da competição, com apenas dois pontos, oito a menos do que tem o Bahia, primeiro time fora da ZR; mas o técnico Renato Gaúcho aposta em muitas mudanças no campeonato, que ainda terá 28 rodadas a serem disputadas. Confira:

Vai ao jogo na Arena? Filme um pedacinho no seu celular e envie para o cinegrafista torcedor do Jogo Aberto Paraná: jogoabertopr@band.com.br

Coritiba

Leandro Donizete estará de volta a equipe na partida contra o Bahia, domingo, em Salvador. O motorzinho alviverde já demonstrou que é importantíssimo ao time e pode ajudar o Coritiba na missão de conseguir a primeira vitória fora de casa. O técnico Marcelo Oliveira conta com ele e com um atacante que teve destaque no último jogo em Salvador, ano passado, ainda pela Série B: Bill.

O adversário do final de semana tem um treinador que conhece como poucos o Coritiba: René Simões, técnico com sucesso no primeiro acesso a Série A na década passada, em 2007. Duvida que ele ainda conheça o Coxa? Veja então a entrevista abaixo:

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta na BandCuritiba, 12h30. Acompanhe e siga no twitter: @jogoabertopr

O dilema coxa-branca

Direto ao ponto: o Coritiba tem jogado mal fora de casa ou não? A polêmica ganhou a torcida e os reflexos já são sentidos no elenco. Ainda sem vencer longe do Couto Pereira nesse Brasileirão, o sonho do torcedor em chegar a Libertadores (que deu na trave na Copa do Brasil) vai ficando mais distante… e as cobranças aumentam. O elenco, no entanto, se defende, achando injustas as cobranças e prometendo melhora pra ontem nos resultados. Mas, como disse Bill no vídeo abaixo, exibido hoje no Jogo Aberto Paraná, já incomoda a pecha de “time de pijama”:

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Acompanhe!

Meus dois centavos

O Coritiba definitivamente não tem jogado mal fora de casa e as cobranças até podem ser injustas, mas o ponto é claro: tá faltando resultado. E não foi a imprens, tampouco a torcida, quem criou essa expectativa: foi o próprio elenco, após um primeiro semestre de recordes, goleadas e uma decisão nacional perdida apenas nos detalhes.

Se o elenco gostava de ser elogiado quando era considerado um dos melhores do Brasil, deve aceitar as cobranças agora. Sabe-se que esse Coritiba pode mais. Sim, é fato que o Estadual é mais fraco e a Copa do Brasil é diferente por ser eliminatória, sem a mesma regularidade dos pontos corridos. Mas, pelo menos particularmente, não via os resultados: via o desempenho.

Alguns jogadores cairam de produção e o elenco já não mostra o mesmo poder de antes. Não acredito que a pressão vá ajudar, pelo contrário. Mas ela é inevitável, por tudo que se falou e fez. Veremos como será contra o Bahia, que por sua vez, não venceu em casa ainda.

Enquete:

Pequena vingança

A vida andou. (foto: assessoria do Coritiba)

“Na hora passa um filme, nada que a gente levou como revanche, mas passa.” Foi assim que Marcos Aurélio, num bate papo informal, me contou o que sentiu quando abriu o placar (veja os lances logo abaixo) contra o Fluminense. O Baixinho estava presente no dia da maior tragédia coritibana. Essa história, você sabe de cor.

Mas a vida andou. A placa concedida acima pelo presidente Jair Cirino (sim, ele é o presidente) e pelo vice, Vilson Andrade, com um pedido de desculpas ao Fluminense, é a tampa da caixa preta do dia 6 de dezembro. Que não será esquecido, mas que já não deve mais ocupar o imaginário popular como ocupou até então. Os episódios que ficaram na história também ficaram para trás. O Coritiba – e todos nós – mudamos desde então.

Todos aprendemos o valor, o peso e os riscos que aquele episódio teve. A quem é coxa-branca, ainda restou uma revolução a se fazer. E ela aparece a cada dia, aos poucos. Uma amiga uma vez me contou uma história sobre o vestiário do Coxa naquele dia, que ouviu de alguém que lá estava. Disse que enquanto pratas da casa e jogadores identificados, como Edson Bastos, Pereira e o próprio Marcos Aurélio choravam, alguns, já de contrato com outros clubes, pensavam nas férias no Nordeste.

Marcos Aurélio, ex-atleticano (marcou presença na vitória sobre o River Plate em Nuñez, entre outras) teria outro desafio, além da desconfiança alviverde. Hoje olhar para trás é um prazer para ele. “Naquele dia fiquei muito chateado. Mas eu acredito que nós que ficamos aqui procuramos trabalhar sério e deu tudo certo, como foi. Foi uma honra reerguer o Coritiba.”

Não há como negar que os gols dele e de Pereira no jogo contra o Fluminense parecem uma pequena vingança. Não que o Fluminense tenha muito a ver com o que acontece: os cariocas vieram, jogaram e consolidaram uma reação espetacular contra a queda. Mas a vitória sobre o atual campeão brasileiro, consolidando o Coxa com o melhor ataque da competição até aqui, foi uma revanche contra os bárbaros e as barbáries.

O Coritiba agora fechou o ciclo. Simbolicamente, o dia 6 de dezembro de 2009 vai ser muito mais visto e lido agora em calendários antigos que nos noticiários esportivos.

Veja os gols do jogo e entrevistas com Tcheco e Marcelo Oliveira no vídeo abaixo, exibido no Jogo Aberto Paraná:

Upgrade na estrutura

Há cerca de um mês, o Coritiba inaugurou novos alojamentos no Couto Pereira. Os antigos apartamentos disponíveis para os jogadores da base ganharam nova roupagem e um nome: Espaço Dirceu Kruger, em homenagem ao Flecha Loira, um dos grandes ídolos do Coxa.

O Jogo Aberto Paraná apresentou reportagem mostrando mais dessa estrutura. Confira no vídeo abaixo:

Destaque para Tobi, campeão brasileiro em 1985, que parece não envelhecer.

E para quem não se recorda, o gol no vídeo é de Indio.

Reportagens: Jogo Aberto Paraná 14/07/2011

Se você não pôde assistir o programa hoje, confira as reportagens exibidas no Jogo Aberto Paraná aqui pelo blog.

Coritiba x Fluminense

Impossível falar do jogo de sábado sem lembrar o encontro de 2009, que resultou no traumático rebaixamento alviverde. De lá pra cá, muito mudou.

O meia Tcheco viajou no tempo e fez uma análise da realidade atual dos dois clubes. Confira:

Pergunta: há males que vem pra bem? Qual você acha que seria o destino do Coxa caso o time não tivesse sido rebaixado naquele fatídico jogo? Interaja!

Atlético

Chega de pessimismo! É a ordem de Renato Gaúcho no CT do Caju. Em situação crítica no Brasileirão, o Atlético precisa reagir e, para isso, o novo treinador aposta num astral diferente. Para ele, não é mais momento de lembrar o quão difícil está o momento do Rubro-Negro. Assista!

O Atlético jamais venceu o Vasco em São Januário. Mas para tudo tem uma primeira vez. Será com Renato Gaúcho, um cara que conhece muito cada canto do Rio de Janeiro? Comente!

Paraná Clube

Brinner, ex-Cianorte, é a aposta para a zaga tricolor, com dois jogadores suspensos, contra o Vila Nova. Desentrosamento? Brinner resolve no papo:

Avisa o Silvio Rauth Filho, do JE, que o duelo reune os times mais “amarelados” da Série B. Saiba mais clicando aqui e comente abaixo!

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na Band Curitiba. Acompanhe!

Chuta que é macumba!

O colega de Jogo Aberto Paraná, Gerson DallStella, conta, em seu blog, uma história de macumba em Atletiba*. Leia um trecho abaixo e clique no link para conferir mais:

“(…) Domingo de Atlé-tiba, Couto Pereira lotado 52.000 pessoas, o 2º maior público em Atlé-tibas da história,(o 1º foi no dia 17 de Dezembro de 1978, com Manga no gol Coritiba vence nos penaltis) 1º de Maio dia do trabalho, viemos de uma concentração que havia começado na quinta-feira, muito truco, poker, estudo e pensamentos direto no clássico. (…) Em frente, algumas velas vermelhas e pretas, colocadas no poste esquerdo da trave. Bem, nem sei no que pensei, mas fiz exatamente como alguém me mandou fazer. “

*A grafia correta de Atletiba, sem partidarismo clubístico, é a junção do prefixo “Atle” com o sulfixo “tiba”, de Coritiba, cujo “t” não é maiúsculo na palavra. Assim como o correto é “Grenal” e não “Gre-Nal”; o mesmo não se aplica a outros clássicos regionais, como San-São (sulfixos nos dois casos, Santos e São Paulo) ou Fla-Flu.