Reportagens – Jogo Aberto Paraná 13/07/2011

Se você não assistiu ao Jogo Aberto Paraná hoje, na Band, fique por dentro das principais informações dos times de Curitiba, assistindo os vídeos abaixo!

Atlético

O Rubro-Negro perdeu Paulo Baier por lesão, para o jogo de sábado, contra o Vasco, no Rio. O técnico Renato Gaúcho falou sobre a lesão e o desfalque:

O baixinho Madson, que após o jogo contra o Avaí pediu “pra alguém benzer a Baixada” pela falta de gols do time, voltou a falar no assunto. O vídeo abaixo tem a participação especial de Chik Jeitoso, o bruxo da bola:

Passe no twitter e deixe seu recado sobre esses temas para @napoalmeida e @jogoabertopr!

Coritiba

O meia Tcheco, um dos jogadores mais identificados com a torcida alviverde, reclamou das cobranças após o jogo contra o Grêmio, considerando-as exageradas. Confira a entrevista do ídolo coxa:

Você concorda com Tcheco? Comente abaixo e também pelo twitter @napoalmeida e @jogoabertopr!

Paraná Clube

O Tricolor perdeu ontem a vaga no G4, com a vitória do Náutico sobre a Americana Futebol S/A, 3-2. Pode voltar ao grupo de elite na sexta, se vencer o Vila Nova. A cada rodada, a competição se torna mais difícil – e é exatamente a análise de Lisa, lateral-direito do Paraná:

Pelos twitteres @napoalmeida e @jogoabertopr dê seu pitaco sobre a Série B: mais difícil que em 2010?

Reportagens – Jogo Aberto Paraná 11/07/2011 (II)

Confira os melhores momentos da derrota do Coritiba em Porto Alegre, para o Grêmio, exibidos no Jogo Aberto Paraná ontem:

E os gols da derrota Paraná Clube, 2-4 para o ASA-AL, em Alagoas:

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Acompanhe!

Vilson Andrade exclusivo: “O Marcelo fez o que tinha que fazer” (Parte III)

Chega a parte final dos três vídeos exclusivos com Vilson Ribeiro de Andrade, vice-presidente do Coritiba (Se você não assistiu as anteriores, clique em 1 e/ou 2).

Nessa terceira parte, Vilson fala sobre as finanças do Coxa e a opção pelo rompimento com o Clube dos 13.

E também defende o técnico Marcelo Oliveira das críticas que sofreu quando mexeu no time (e perdeu) na decisão da Copa do Brasil 2011, contra o Vasco (3-3 agregado, título carioca): “Ele fez o que tinha que ser feito”.

Confira abaixo!

Amanhã publicarei notas e informações dos bastidores da entrevista. Fique ligado!

Exclusivo – Vilson Ribeiro diz: “Jogador do Coritiba não sai para o futebol brasileiro” (parte II)

Seguindo a série exclusiva com o vice-presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, o blog apresenta a parte 2 de 3 vídeos, gravados na concentração do Coxa pouco antes da vitória sobre o Figueirense (3-0) na última quinta, 07/07.

Nesse trecho, Vilson fala sobre ética e o assédio de outros clubes aos jogadores e técnico do Coritiba. Desmistifica ainda a parceria com a LA Sports. E defende Ariel no caso que o liberou do Coritiba.

Durante a entrevista, algo chamou a atenção: o carinho de todo o grupo de jogadores com o dirigente, que se recupera do tratamento de um câncer no intestino. Vilson ainda tem tempo para atender dois torcedores. Assista:

Se você não assistiu ao primeiro vídeo da série, clique aqui.

No proximo vídeo da série, o dirigente coritibano falará das finanças do Coxa, Clube dos 13 e ainda sobre a decisão da Copa do Brasil: “O Marcelo [Oliveira, técnico do Coritiba] fez o que tinha que ser feito.” Fique ligado!

Exclusivo: Vilson abre o jogo (I)

Vilson Ribeiro de Andrade mudou o Coritiba. De um clube humilhado e falido, após o traumático rebaixamento em 2009, o Coxa, com ele nas ações, se reinventou. Venceu dois campeonatos estaduais, com requinte ao golear o rival Atlético na Arena (3-0) e conquistou o Brasileiro da Série B com folgas. Chegou a decisão da Copa do Brasil desse ano, mas acabou perdendo para o Vasco nos critérios de desempate. “O futebol é assim”, analisa o diretor.

No vídeo abaixo, o primeiro de uma série exclusiva que o blog e o Jogo Aberto Paraná apresentam nesse final de semana, Vilson abre o jogo.

Ele me recebeu na concentração do Coritiba horas antes da vitória sobre o Figueirense (3-0) para falar dos planos futuros do Coxa, da Copa a nova estrutura; de novas conquistas ao Couto Pereira. A começar pelo projeto do novo CT, que será revelado amplamente na próxima semana. Confira e comente:

Amanhã, também aqui no blog, Vilson vai falar sobre o assédio que o Coritiba vem sofrendo de outros clubes, finanças e responderá questões sobre a parceria com a LA Sports. Fique atento!

Entre as maiores

Coritiba e Atlético, pela ordem, estão entre as cinco maiores torcidas do Brasil após 8 rodadas no Brasileiro. Confira:

1 – Bahia – 28.067 torcedores por jogo
2 – Corinthians – 23.572
3 – Flamengo –  20.689
4 – Coritiba – 16.238
5 – Atlético – 15.422
6 – Grêmio – 14.775
7 – Atlético-MG – 13.469
8 – Inter – 13.180
9 – Palmeiras – 11.412
10 – Ceará – 11.276
11 – São Paulo – 11.020
12 – Botafogo – 10.143
13 – Vasco –  9.046
14 – Figueirense – 8.133
15 – Cruzeiro – 7.765
16 – Fluminense – 6.823
17 – Atlético-GO – 6.580
18 – Santos – 4.851
19 – Avaí –  4.200
20 – América-MG – 3.675

Os números estão no site oficial da CBF. O Coxa fez cinco jogos em casa; o Furacão, três.

Ambos também estão entre os cinco maiores parques associativos do País (Inter, Grêmio e São Paulo completam a lista). Mas isso é assunto pra outro post, já em fase de apuração.

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Reviravolta no ‘Caso Ariel’ pode render R$ 4 milhões ao Coxa

Ariel no Racing: jogador poderá ter que indenizar o Coxa

Ariel Nahuelpan poderá ter que indenizar o Coritiba em R$ 4 milhões (corrigidos diariamente desde o dia 01/07/2010) após uma reviravolta no caso que acabou liberando o ex-atacante alviverde na justiça do trabalho. (Os detalhes da ação você pode relembrar aqui, em reportagem minha na Gazeta do Povo, e aqui, após a conclusão, na matéria do site FutebolParanaense.net).

A decisão, ainda preliminar, foi tomada pela 2a Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 9a região ontem.

Confira um trecho do despacho da ação:

“CERTIFICO e dou fé que, em sessão ordinária realizada nesta data, sob a presidência da
Exma. Desembargadora Ana Carolina Zaina, presente o excelentíssimo Procurador André
Lacerda, representante do Ministério Público do Trabalho, (…), RESOLVEU a 2a. Turma do
Egrégio Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, por unanimidade de votos,
CONHECER DOS RECURSOS ORDINÁRIOS DAS PARTES. No mérito, o Exmo.
Desembargador Marcio Dionisio Gapski (Relator) votou DANDO PROVIMENTO PARCIAL
AO RECURSO ORDINÁRIO DO AUTOR para, nos termos do fundamentado:

a) declarar que a duração máxima do contrato de trabalho para o atleta profissional de futebol, quando
estrangeiro, na vigência da Lei Pelé, tem sido e é de 05 (cinco) anos;

b) declarar a validade dos contratos de trabalho de fls. 75 a 78 e de fls. 79 a 82 e, consequentemente,
determinar o respeito e cumprimento de suas cláusulas, no que não estiver prejudicado
pelo decurso de prazo; e

c) condenar o réu, Ariel Gerardo Nahuelpan Osten, a pagar a
Coritiba Foot Ball Club a quantia de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) a título de
cláusula penal, com correção monetária e juros de mora a contar de 01/07/2010 e
NEGANDO PROVIMENTO AO RECURSO ORDINÁRIO DO RÉU”

Vale destacar que a ação pune o jogador e não o clube espanhol – é possível, no entanto, que haja acordo entre ambos para o eventual pagamento da pena.

O Coritiba agora aguarda a confirmação da decisão.

Consequências

O ‘caso Ariel’ botou em cheque o sistema trabalhista brasileiro com relação ao futebol. Além do desgaste coxa-branca, os demais clubes passaram a ter outros cuidados ao contratar atletas estrangeiros. É o caso do Atlético com Santíago “Morro” Garcia, cuja negociação expliquei aqui nesse post.

A decisão (a se confirmar) será também uma vitória pessoal dos advogados do Coxa, extremamente criticados à época.

Que beleza de camisa! #2: Atlético de Madrid

Que tal levar uma dessas para os Colchoneros?

Terça-feira é dia de Que beleza de camisa aqui no blog! Hoje, quem ilustra o quadro é a bela Kelly Pedrita (siga: @kellypedrita), minha colega de Jogo Aberto Paraná. O time dela é o Atlético. Calma!, não é o time do coração dela (mistério que ninguém desvendou ainda) mas sim o time que ela encampa hoje: o Atlético de Madrid.

Que beleza de camisa!

#2 Club Atlético de Madrid S.A.D. (sociedad anônima deportiva)

Quem é? Tradicional clube espanhol, fundado em 26/04/1903.

Já ganhou o que? Campeão Mundial em 1974; Copa UEFA em 2009/10; 9x campeão espanhol.

Grande ídolo: Luis Aragonés, jogador nos anos 60/70 e técnico por diversas oportunidades. Com ele, venceu o Mundial Interclubes (técnico) e três títulos espanhóis (dois como jogador, um como técnico).

Apelido: Colchoneros (positivo) ou Índios (pejorativo)

Como anda? Comemorou recentemente a Copa UEFA, com o argentino Kun Aguero e o uruguaio Diego Forlán como destaque, mas perdeu as vagas na Champions League e na própria Copa UEFA ao ficar apenas em sétimo no nacional na temporada 2010/2011. Não vence o Campeonato Espanhol desde 1996.

Curiosidades: Foi fundado por torcedores do clube basco Athletic Bilbao, hoje um dos seus rivais, que residiam em Madrid. Mudou de nome três vezes: foi fundado como Athletic Club de Madrid; passou a se chamar Atlético Aviación de Madrid, durante o Governo Franco, que proibiu outra lingua que não o Castellano na Espanha; ao final do período franquista, em 1947, mudou o nome para Club Atlético de Madrid. É rival do Real Madrid, mas menos que o Barcelona, por conta também do período da Guerra Civil. Seu estádio é o Vicente Calderón, no bairro de Manzanares, local da classe operária madrilenha.

O Atlético de Madrid e o futebol paranaense: Em 1967 o Atlético de Madrid esteve no Couto Pereira, para um amistoso com o Coritiba. O time espanhol era o atual campeão de seu país e mesmo assim sucumbiu ao Coxa de Kruger e Walter: 3-2. A história desse jogo está bem contada nesse link, no ótimo blog do Luiz Carlos Betenheuser, que disponibilizou a foto dos ingressos daquele jogo:

Reportagem: Coritiba lida com especulações

Jonas rumo ao Santos, Rafinha e Demerson no futebol paulista, Anderson Aquino no Botafogo e até o superintendente de futebol Felipe Ximenes no Grêmio: o Coxa lida com as especulações e o assédio a seus jogadores.

Confira na reportagem exibida no Jogo Aberto Paraná hoje as respostas de Anderson Aquino e Jéci, sobre como lidar com essa situação sem perder o foco no Coritiba:

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de 2a a 6a, na BandCuritiba, às 12h30. Acompanhe!

Os midiáticos

O futebol paranaense recebe Renato Gaúcho. Figurinha carimbada no Rio, Renato vai conhecer agora Curitiba. Mas não será o primeiro técnico badalado a dirigir um clube paranaense.


Renato no Chacrinha: badalação é com ele mesmo

Vamos relembrar o Top 5 dos técnicos mais badalados que já passaram pela terrinha:

#5 – Mano Menezes

Mano Menezes já comeu pierogi em Irati

O atual técnico da Seleção abre a lista dos badalados embora não fosse técnico de ponta quando dirigiu o Iraty. Foi em 2003, quando o Azulão disputou a Série C do Brasileiro, como relembra esta matéria do Paraná OnLine. Pelo time paranaense, quatro derrotas, um empate e uma vitória. Mano deixou o Iraty sem deixar saudades nos torcedores do Azulão – ao menos pelos resultados em campo, porque, reza a lenda, era rei do churrasco. Do Iraty foi para o Guarany de Venâncio Aires e perambulou pelo interior gaúcho até chegar ao Grêmio, depois de destacar-se no Caxias. Da Batalha dos Aflitos à Seleção Brasileira, a história é conhecida.

#4 – Joel Santana

From the middle, to behind. Na tabela.

Outra figuraça nacional que passou por aqui, no Coritiba. Simpático e bem humorado, o carioca Joel Santana, rei do Rio e da Bahia, naufragou no Coxa. Chegou no Brasileirão 2001, para ajudar o time a sair das últimas posições. Acabou em um 17o lugar entre 28 equipes, em um ano tumultuado no Alto da Glória muito mais em função da conquista atleticana. E como tudo era problema, a prancheta de Joel não agradou. O técnico foi se desgastando, se manteve para o Paranaense e a Sul-Minas, mas uma goleada por 1-6 para o Paraná encerrou a passagem dele por aqui, sob os gritos de “Fica, Joel”. Por parte dos tricolores, é claro. Joel seguiu a vida, voltou a ganhar títulos no Rio e fazer bons trabalhos. Mas passou a ser um dos midiáticos após a passagem pela Seleção da África do Sul, com impecáveis entrevistas em inglês:

#3 – Felipão

"O Couto Pereira não me dá sorte..."

Felipão chegou ao Coxa em 1990, com o clube amargando a crise do rebaixamento na caneta em 1989, por ter levado WO contra o Santos, mesmo amparado por uma liminar. Ele ainda não era O Felipão – só viria a ser a partir do ano seguinte, quando conquistou a Copa do Brasil com o Criciúma. Dirigindo um time que tinha grandes nomes no papel, como o goleiro Mazaropi, os meias Norberto, Bonamigo e Tostão e os avantes Cuca, Chicão e Pachequinho, Felipão levou ferro do Juventude em Caxias (0-2), do Joinville em Santa Catarina (0-4) e de novo do Juventude, agora no Couto: 0-2. Ao final da partida contra o time de Caxias, sua terra de residência, aproveitou o embalo e voltou para o Sul de carona no ônibus do Ju. Felipão viria a superar com maestria sua péssima campanha no Coxa (que renderia uma Série C não fosse uma nova virada de mesa da CBF) ao conquistar Brasileiro, Libertadores, Copa do Brasil e a Copa do Mundo com a Seleção. Mas depois do último encontro dele com o Couto Pereira, deve ter coceiras ao ouvir o nome do estádio.

#2 – Wanderlei Luxemburgo

Luxa acabou largando o "pojeto" na metade

Cinco vitórias, cinco empates, cinco derrotas. Mais regular, impossível. Esse foi Wanderley Luxemburgo no Paraná Clube, em 1995, a contratação de treinador mais badalada da história do futebol paranaense (até a #1, logo abaixo, chegar). Luxa causou alvoroço na mídia local. Chamou a atenção do Brasil para o Paraná Clube, então único representante do Estado na Série A. Começou bem, no Brasileiro, com um time que tinha Régis, Paulo Miranda, Ricardinho e outros, e estava no meio do trajeto do Penta estadual. Mas começou a cair e via se aproximar nova demissão – havia saído do Flamengo após o Estadual, quando perdeu o título para o Fluminense de Renato Gaúcho no ano do centenário, com o famoso gol de barriga. Luxa foi salvo por uma proposta do Palmeiras, para montar o timaço da Parmalat que detinha o recorde nacional de vitórias seguidas até esse ano, quando foi superado pelo Coxa. Veja mais de Luxa no Tricolor no vídeo abaixo, da Globo.com:

#1 – Lothar Matthaus

O Alemão e a polêmica foto de US$ 1 milhão

Ninguém causou mais impacto no futebol paranaense que o Atlético ao trazer o capitão do tricampeonato da Alemanha, Lothar Matthaus, para o comando técnico. O alvoroço foi mundial. Nem Matthaus era um treinador tão conhecido (embora, como jogador, fosse um Zico alemão, só atrás do Pelé Beckenbauer), nem o Atlético ou algum paranaense havia sido tão midiático. Matthaus causou alvoroço na chegada, na passagem e na saída. Havia quem duvidasse do rendimento daquela equipe, em 2006, quando ele chegou. Passado o susto, vieram os métodos de treinamento europeus e as entrevistas com tradutor. O time até rendeu: seis vitórias e dois empates, entre Paranaense e Copa do Brasil, nos dois meses por aqui. Mas a foto ao lado – e supostas aventuras extra-conjugais – tiraram o Alemão do Furacão. Se houve affair ou não, não se sabe (ou se comenta); o que é fato é que a então esposa de Matthaus, Marijana (a 3a das 4) exigiu a volta dele, sob pena de um contrato de US$ 1 milhão ser executado no divórcio. Matthaus deixou um carro top de linha da Wolksvagem, quase zero kilômetro, com as chaves no contato no Aeroporto Afonso Pena; e uma conta de celular de mais de R$ 3 mil. Anos mais tarde, disse ter se arrependido de deixar o comando atleticano intempestivamente.

Menção honrosa

Todos os técnicos acima são midiáticos, de grande exposição na imprensa nacional/mundial. Nenhum, no entanto, fez o caminho inverso. A exceção é Nuno Leal Maia, técnico do Londrina em 1995. Melhor que a história, é apresentar um grande momento dele como ator – função que, convenhamos, ele vai muito melhor: