Confira entrevista de Marcelo Oliveira, técnico do Coritiba, projetando sequencia de jogos do Coxa em casa, exibida hoje no Jogo Aberto Paraná:
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba.
Confira entrevista de Marcelo Oliveira, técnico do Coritiba, projetando sequencia de jogos do Coxa em casa, exibida hoje no Jogo Aberto Paraná:
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba.

Rebaixamento do River Plate; crise financeira e política; dezoito anos sem ganhar título importante; o melhor jogador do Mundo tentando ser ídolo em casa. É… a Copa América 2011 foi feita para a Argentina. E para o Brasil ser o coadjuvante dela.
Dê uma olhada na tabela aqui. Note que, prevendo alguma dificuldade, os cruzamentos colocam até mesmo os segundos colocados dos Grupos A e B em chave distintas dos primeiros. Se Brasil ou Argentina tropeçarem no caminho, ainda assim, só se verão na decisão – salvo se um deles se classificar muito mal, como segundo ou terceiro melhor terceiro colocado no geral.
Eles querem a decisão conosco, no Monumental de Nuñez, casa cheia, brilho de Messi e título argentino. Do lado de cá, três grandes esperanças: Neymar, que realmente começa a trilhar a estrada de Pelé; Ganso, um craque acima da média (porque não um novo Zico?); e Lucas, outro cracasso, que poderia nos remeter a Rivellino. Não é um time qualquer, se Mano Menezes acertar a máquina.
E nós, paranaenses, temos ainda dois orgulhos: Adriano e Jadson. Eu vi os dois começarem na dupla Atletiba e viverem grandes momentos por aqui. Um é esse aqui de baixo: a primeira convocação de Adriano, ainda no Coxa. A reportagem é e um dos homens mais bonitos que eu conheço:
Adriano demorou, mas chegou ao Barcelona. É orgulho coxa-branca, craque curitibano que pra quem não sabe, começou no futsal do Paraná Clube – mas um da escolinha tricolor.
O outro é um dos gênios que vi de perto, no melhor Atlético de todos os tempos (pra mim, obviamente) que, para tristeza dos rubro-negros, não foi campeão. Mas provou que grandes times (como a Seleção 82) não vivem só de títulos. Jadson foi genial com a 10 atleticana e é idolatrado também no Shakthar Donetsk. Os lances a seguir explicam o porquê:
Imagino a saudade atleticana ao ver o vídeo acima. Enfim. Hoje ambos estarão lado a lado, pela amarelinha.Hoje não: domingo, contra a Venezuela -começando no banco, diga-se.
Muitos ainda me lembrarão que Alexandre Pato também é paranaense. Mas a única referência dele no nosso futebol é a foto abaixo, ainda criança. Para nosso azar, que só vimos ele brilhar a distância, no Inter-RS.
Não deu para assistir o Jogo Aberto Paraná na telinha hoje? Acompanhe aqui as reportagens exibidas no programa de hoje:
Coxa terá mudanças para o jogo contra o Ceará; assista jogadores e o técnico Marcelo Oliveira:
Veja os gols do amistoso do Operário contra o XV de Indaial (2-0), preparatório para a Série D do Brasileiro (a narração é de Marcelo Ferreira, da Band Ponta Grossa):
Aqui, os gols das seleções feminina e sub-17 do Brasil nas Copas do Mundo das duas categorias:
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar na Band Curitiba (canal 2 sinal aberto, TVA e NET; 38 digital, 302 Sky), para Curitiba, RMC, Paranaguá e litoral e Ponta Grossa e campos gerais, de segunda a sexta, 12h30. Acompanhe!
O Atlético quer Diego Aguirre, que tem proposta do São Paulo
que emprega Carpegiani, que já treinou o Cruzeiro, que demitiu Cuca
que pode ir para o Grêmio, que demitiu Renato Gaúcho
que está na lista do Atlético Mineiro, que pode mandar embora Dorival Júnior,
que já treinou o Coritiba, que se vencer o Ceará, pode derrubar Vagner Mancini,
que já esteve na lista do Atlético, que já deveria ter percebido que 5 treinadores no ano,
mostram que tem mais furos ainda nessa história.
—-
* Quadrilha é um poema de Carlos Drummond de Andrade:
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Já disse em um post anterior: entendo a função das torcidas organizadas. Animam o estádio com cantos (exceção aos apológicos a drogas ou violência), atraem novos torcedores, em especial os jovens. Mas o bônus parece muito pequeno em função do ônus acarretado pela ação de gente ligada a elas.
Você está cansado de saber do que eu estou falando, por isso não vou voltar a temas como Couto/09, Pacaembu/95, etc, etc. Quero me ater a nota publicada pelo site oficial do Coritiba hoje, sobre o projeto Torcida Legal.
Poucas vezes um clube foi tão preciso no combate aos problemas das organizadas como vem sendo o Coxa. Não é o pioneiro – o Atlético de Mário Petráglia comprou essa briga lá atrás – mas Vilson Andrade tem conduzido com discrição e categoria o tema.
Diz a nota (entre outros pontos):
“(o projeto) “Torcida Legal” tem o objetivo de cadastrar todos os torcedores, em âmbito nacional, nos principais estádios, mediante a implantação de um banco de dados centralizado. (…) Esta é uma excelente e oportuna iniciativa do Ministério, porque vai dar maior proteção e segurança a todos os torcedores brasileiros. Por acreditar nestes objetivos, o Coritiba nunca deixou de apoiá-la e aguarda a sua implementação no Couto Pereira.
O Coritiba recebeu a informação de que, numa ação conjunta do Ministério do Esporte e do Ministério Pública do Paraná, seriam realizados cadastramentos das torcidas organizadas dos clubes da capital. O Coritiba é favorável ao projeto do cadastramento global de todos os torcedores e não de segmentos ou facções em separado, porque possui a diretriz de impedir o acesso em seu estádio das organizadas, por motivos amplamente conhecidos. É preciso esclarecer, também, que, mesmo após o cadastramento de todos os torcedores, conforme previsto no projeto, o clube continuará a não permitir o ingresso das organizadas com seus adereços.
Esta postura, além de ter sido adotada para preservar a integridade e a segurança de todos seus torcedores, visa a proteger os direitos dos patrocinadores do clube, parceiros comerciais e combater produtos piratas e o uso ilegal da imagem do clube.
O Coritiba considera que TORCEDORES são seus sócios e todas as pessoas que ostentam as cores, símbolos e a tradição Alviverde com respeito, amor e honra.”
Por trás destas linhas, além da violência – que por ora parece contida, mas volta e meia surge em forma de ameaça – está a preocupação comercial. Em uma época em que Corinthians e Flamengo ganham horrores de dinheiro a mais que o próprio Coxa, entre outros, ter um concorrente desleal dentro das próprias trincheiras é dispensável. Para o torcedor mais humilde, o símbolo da Império equivale ao do Coritiba – a um custo mais baixo que a camisa oficial. Pirataria até então legalizada.
Vale lembrar que a organizada NÃO está proibida de assistir os jogos no Couto Pereira: o que ela não pode é ostentar a marca. Exibir sua paixão pelo Coritiba é permitido; fazer propaganda da marca, não.
Luiz Fernando Corrêa, o Papagaio, presidente da facção, é um sujeito acessível. Não parece violento, aparenta calma e é sempre receptivo. Já me mostrou boas idéias no combate a violência. Acha que é mais fácil controlar a violência com a existência das TOs, mas reconhece que segurar uma multidão é impossível. Daí o projeto de cadastramento, o qual colaborou muito. Mas ele sabe que a discussão central deixou de ser essa há tempos.
O Coritiba de Andrade age com correção. A nota mostra a real motivação do veto à TO e avisa aos demais torcedores o porquê. A fase no campo e a postura mais pacata fazem a reverberação ser menor do que foi anos atrás na Baixada.
Cada um sabe qual lado escolher. O Coritiba, se pode ter desagradado alguém pelos mais diversos motivos nessa, ao menos foi legal ao deixar claros os pingos nos is.
Em entrevista coletiva exibida no programa Jogo Aberto Paraná hoje, na Band Curitiba, o técnico do Coritiba, Marcelo Oliveira, falou sobre as mudanças na equipe para o jogo de quinta, contra o Ceará, pelo Brasileirão no Couto Pereira.
Marcelo colocará em campo Marcos Aurélio e Leonardo; ainda espera pela liberação de Rafinha para definir a equipe. Você pode assistir a entrevista no link abaixo:
Não viu ou quer rever os gols do jogo entre Cruzeiro e Coritiba? Acha que não foi pênalti o primeiro gol da Raposa sobre o Coxa? Mate suas dúvidas vendo o vídeo abaixo, veículado no Jogo Aberto Paraná hoje, na Band Curitiba:
A dupla Atletiba joga hoje pela primeira divisão. Aproveito para relembrar dois confrontos entre Atlético x Bahia e Cruzeiro x Coritiba, nos respectivos mandos de campo.
18h30 – Arena da Baixada – Atlético x Bahia
Esses dias mesmo o Atlético surrou o Bahia pela Copa do Brasil, com um 5-0. Mas preferi relembrar essa vitória de 2001, que colocou o Furacão no rumo do título nacional:
Kléber fez 3 gols, com 2 de Alex Mineiro e Adauto fechando o placar histórico sobre o time de Evaristo de Macedo. Como todos sabem, naquele ano, o Atlético acabou Campeão Brasileiro. Detalhe para o segundo gol de Kléber, sem ângulo.
21h – Arena do Jacaré – Cruzeiro x Coritiba
Em 2004, o Coxa surpreendeu a Raposa no Mineirão. Abaixo, dois gols dos 3-0 no Cruzeiro em BH – Ataliba e Laércio:
Gravaram em speed! E ainda faltou o 3o, de Tuta. Mas enfim, é o que a internet nos oferece.
Naquele ano, o Coritiba acabou o campeonato em 12o lugar. Foi a segunda vitória em BH sobre o Cruzeiro na história. A primeira havia sido em 1985 – ano do título nacional.

Vilson Ribeiro de Andrade vai construindo seu espaço entre os maiores dirigentes do futebol paranaense. A entrevista dada hoje à Rádio Banda B traz muita coisa interessante, mas resolvi destacar uma, que trata da revolução iniciada no Coritiba a partir de dezembro de 2009.
Todos já sabem o roteiro: Coritiba quebrado, rebaixado, etc, etc, e, há menos de um mês, finalista da Copa do Brasil. Só por isso, ainda que o futebol seja pródigo em arrumar heróis dentro de campo mesmo com estrutura zero, Vilson já merecia espaço.
Mas foi no almoço de apresentação do hoje técnico Marcelo Oliveira, em novembro de 2010, que Vilson deu pinta que ia tentar ir além da montagem de um grande time. Prometeu, e parece estar no caminho de cumprir, um grande clube.
A entrevista acima citada traz dois raciocínios, a destacar:
“O Coritiba fez um trabalho e unificou todas as áreas. Então hoje fazemos um trabalho desde o dente de leite até a chegada ao profissional. Nossa ideia é ter no profissional sempre 30 ou 40% de atletas da base. (…) Até 2007, o Brasil aproveitava apenas 4,8% dos meninos da base e o restante se perde. O clube que mais vende meninos é o Cruzeiro e em segundo o Atlético, na gestão do Atlético. O Atlético vive um bom momento financeiro devido ao dinheiro arrecadado desses meninos. O Coritiba nos últimos cinco anos não vendeu um menino sequer e estamos montando esta estrutura agora”
“[sobre o novo CT] Estamos na fase final do negócio, é uma área de 18 alqueires. (…) um investimento de cerca de R$ 50 milhões. Já temos um investidor pra isso e eu ainda não tinha falado disso, porque ainda não assinamos a escritura, que está na fase final. (…) Se tudo der certo, em um ano estamos com o novo CT. Nós podemos colocar lá dez campos, um ginásio coberto, dependências para trazer 120 crianças do Qatar para treinarem aqui. Esse é um projeto em parceria com o governo do Qatar. (…)”
As duas declarações beiram o óbvio de tão geniais: com investimento na base e em estrutura, o Coxa poderá lucrar e se fortalecer. Nada simples, mas um caminho para um clube que não tem o apelo mercadológico de um São Paulo, Flamengo ou Corinthians, mas é obrigado a competir em igualdade com eles.
As opções de Vilson, ao lembrarmos da já histórica declaração do presidente atleticano Marcos Malucelli (“Estamos 10 anos a frente deles”) me remetem a Juscelino Kubistchek, que prometeu 50 anos em 5.
A matéria abaixo foi redigida no ano passado e é uma oportunidade de você conhecer um pouco mais da vida de um dos ídolos do atual time do Coritiba: Leandro Donizete.
Ele deve ser liberado amanhã (terça, 21/06) para treinamentos depois de desfalcar o Coxa desde a primeira partida da final da Copa do Brasil contra o Vasco.
E o que me fez relembrar essa entrevista foi a primeira frase da matéria disponível no link abaixo: “O pior momento do Coritiba em 2010 foi sem Leandro Donizete”. E eis que em 2011 a história se repete.
Confira e comente!

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