Atlético x Flamengo: confira o pré-jogo

Reportagem exibida no Jogo Aberto Paraná desta quarta-feira na Band Curitiba, sobre o segundo jogo da série eliminatória entre Atlético x Flamengo (0-1 na ida). Confira:

Update:

Renato Gaúcho pode lançar o volante Fransérgio como atacante. Para o técnico, consagrado na posição, o jogador “leva jeito”:

A Band transmite o jogo para todo o Paraná! Em Curitiba, no canal 2 da NET/TVA/UHF e 302 da Sky!

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Reportagens: Jogo Aberto Paraná 22/08/2011

Se você não pôde ver o Jogo Aberto Paraná hoje e/ou ainda não viu os lances da rodada para os times de Curitiba, assista aqui no blog, logo abaixo:

Paraná:

O Tricolor foi o primeiro dos curitibanos a entrar em campo pelo Brasileiro nesse final de semana. Recebeu o Sport Recife e se deu mal. Acompanhe a análise do técnico Roberto Fonseca e assista aos gols do jogo:

O que pode estar acontecendo com o Paraná, que vem perdendo jogos em casa? Opine nos comentários!

Coritiba:

No domingo, o Coxa foi a Florianópolis encarar o Avaí – e ficou apenas no 0-0. Pior: perdeu um dos principais jogadores para o clássico Atletiba: o volante Leandro Donizete, suspenso, não enfrenta o Atlético no jogo de sábado. Veja como foi o empate em Floripa:

Leandro Donizete fará falta ao Coritiba? Opine nos comentários!

Atlético:

O Furacão encerrou a rodada sem vitória dos paranaenses nas séries A e B do Brasileiro. E ela estava na mão, quando o time fez 2-0 no América-MG. Mas… veja abaixo como o time mineiro empatou a partida e o que disse o técnico Renato Gaúcho depois dela:

O empate em casa com o América-MG atrapalha os planos do Atlético para o Atletiba? Opine nos comentários!

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A noite da virada

Foram necessárias 17 rodadas para que o futebol paranaense deixasse de lado o estigma de vira-lata e assumisse o posto a que se propõe a algum tempo no Brasil, mas insiste em patinar.

CTs modernos e grandes estádios, torcidas fanáticas, grandes parques associativos… o futebol paranaense parecia ignorar tudo isso até ontem. O Atlético começou o Brasileiro na zona de rebaixamento e parecia que ia apodrecer por lá, com míseros dois pontos em 11 jogos; o Coritiba, que brilhou no primeiro semestre, passou a viver de uma saudade do que não foi: entre altos e baixos, agarrava-se a decepção da perda da Copa do Brasil a cada tropeço.

Ontem, o fio virou.

Tudo começou às 19h30. O Atlético já via a luz no final do túnel desde a chegada de Renato Gaúcho, mas sair da ZR ainda era algo distante. Era necessário vencer o ótimo time do Cruzeiro e torcer por uma combinação que incluia dois resultados em que os mandantes precisavam perder.

Em campo, muito brio e um Furacão de dar orgulho nos torcedores. O time fez valer a pressão da Arena e brigou pelo gol até o último minuto. Fez da partida uma batalha pela própria existência. E acabou coroado aos 44 do segundo tempo. A explosão na Arena trazia alívio, como você vê nos lances abaixo, exibidos no Jogo Aberto Paraná hoje:

Mas ainda era pouco. O Atlético conseguia respirar no Campeonato pela primeira vez, mas ao simples apito de Atlético-MG x Corinthians e Santos x Coritiba, voltava para a zona de rebaixamento.

E aí, 21h40, começou a odisséia Coxa.

Era o Santos de Neymar e Ganso; o Santos, na Vila Belmiro; o Santos, campeão da Copa Libertadores 2011. E que logo a três minutos, fez 1-0.

Mas o Coxa foi brioso. Partiu em busca de seu objetivo, encarando o caldeirão santista, Neymar, Ganso e um péssimo árbitro, Antonio de Carvalho Schneider, que foi incompetente para os dois, mas quase matou o Coritiba com 10 cartões amarelos e um pênalti escandaloso em Leonardo, não marcado. Por uma questão de logística da Band, ficarei devendo esse lance. Mas os demais, incluindo a redenção de Edson Bastos em um pênalti, estão aqui:

Há 10 dias do Atletiba, o fio virou para a dupla. O clássico promete.

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Marcos Malucelli (parte IV): “Aqui tem um presidente que mostra que não somos clube de dono”

Chega ao fim a série de entrevistas com o presidente do Atlético, Marcos Malucelli, feitas essa semana no restaurante vip da Arena (espaço que tornou-se um salão nobre do estádio, sem funcionar como restaurante).

Nessa parte final, Malucelli fala sobre Alfredo Ibiapina, o homem a quem confiou o futebol do Furacão; diz que é um presidente presente junto aos atletas e explica a opção pelos reservas na Copa Sul-Americana.

E dispara: “Sou um presidente que mostra que não somos um clube de dono”. Confira a parte final:

Se você só descobriu essa série agora, confira os outros trechos da entrevista nos links abaixo:

MM e o futebol atleticano

As cotas de TV e o C13

Petráglia, Couto Pereira e a Copa 2014

O Jogo Aberto Paraná é exibido de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Assista!

Marcos Malucelli: “O Clube dos 13 perdeu a chance de ganhar dinheiro” – Exclusivo, parte II

Prosseguindo a série de entrevistas com o presidente do Atlético, Marcos Malucelli, chegamos a parte II, na qual o dirigente rubro-negro conta detalhes do racha do Clube dos 13. Também fala da relação com o São Paulo FC e da venda de Rhodolfo, motivo de críticas do hoje opositor Mário Celso Petráglia.

E cobrou a emissora dona dos direitos de transmissão, ao falar sobre o marketing do clube: “Espero que cumpram a promessa de transmitir mais jogos”, disparou.

Malucelli também falou do plano de sócios do Atlético. Confira no vídeo abaixo:

Para conferir a primeira parte da entrevista, clique aqui.

Amanhã, a parte III da entrevista, na qual Marcos Malucelli garante: “Já falei com o Vilson [Ribeiro de Andrade, vice-presidente do Coritiba] e não haverá problemas”, sobre o uso do Couto Pereira pelo Atlético durante as obras para a Copa 2014. Fique ligado!

Mais Atlético

Ainda ontem, o ex-presidente do Atlético, Mário Celso Petráglia, concedeu entrevista a Rádio 91Rock FM. A assessoria do empresário e candidato confirmado a presidência do clube em dezembro disponibilizou o áudio nesse link.

O Jogo Aberto Paraná é exibido de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Assista!

Marcos Malucelli: “O planejamento no futebol não dura três derrotas”

O Atlético passa por um momento difícil dentro e fora de campo. Dentro, amarga desde a primeira rodada a zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro; fora dele, convive com uma turbulência política desde o racha entre o ex-presidente Mário Celso Petráglia e o atual, Marcos Malucelli.

Malucelli relutou em falar com a imprensa nos últimos tempos, mas resolveu voltar a público depois da série de cobranças que vem sofrendo. Ele me recebeu no Restaurante Vip da Arena da Baixada (na verdade, o espaço se tornou um salão que recebe personalidades, nunca tendo funcionado como restaurante, e que dá vista ao campo de jogo) para um papo franco e direto, que durou quase uma hora. Da bola a Mário Petráglia, da Arena ao marketing, falamos sobre tudo.

E não se furtou de responder nenhuma pergunta.

Na primeira parte dessa entrevista, você ouvirá Malucelli falar sobre o futebol atleticano, as várias contratações, as mudanças de técnicos e preparadores físicos e as categorias de base. E a afirmação: “O planejamento no futebol não dura três derrotas”, sobre o que o Rubro-Negro vem passando desde 2007.

Confira:

Amanhã, apresentaremos mais um trecho da entrevista, falando sobre a relação com o Clube dos 13 e o São Paulo FC, os sócios do Atlético e a ambições dele como presidente, mesmo falando que deseja sair do clube: “Claro que eu tenho essa ambição, é vaidade, só não quero me perpetuar, ser dono do clube”. Acompanhe!

O Jogo Aberto Paraná é exibido de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Assista!

Reportagens: Jogo Aberto Paraná 08/08/2011

Atlético

O Furacão saiu na frente, mas cedeu o empate ao Corinthians. Ainda assim, o técnico Renato Gaúcho considerou bom o resultado. Veja os melhores momentos e comente!

Paraná

O Tricolor perdeu em casa para o Barueri na última rodada da Série B; para Roberto Fonseca, só Deus explica. Assista os lances e concorde ou discorde dele:

O Jogo Aberto Paraná é exibido de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Acompanhe!

Evolução atleticana

O Furacão já saiu da lanterna, mas ainda está na zona de rebaixamento do Brasileirão. A idéia é dar mais um passo para deixar a crise para trás amanhã, contra o Atlético-GO, fora de casa.

O técnico Renato Gaúcho, que tem a volta de Madson, confia na evolução da equipe para triunfar em Goiânia. Confira:

O Jogo Aberto Paraná é exibido de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Acompanhe!

Gols da rodada: Jogo Aberto Paraná – 01/08/2011

Já viu os gols do final de semana dos times de Curitiba? Então confira o que apresentamos no Jogo Aberto Paraná de hoje:

Atlético

O time venceu o Santos por 3-2 na Baixada e saiu da lanterna do Brasileirão. Veja como foi!

Coritiba

A primeira vitória fora de casa veio contra o agora lanterna América-MG. Confira!

Paraná

O Tricolor beliscou um empate em Santos contra o São Caetano. Apesar disso, ficou um gostinho de “quero mais” por ter jogado com 11 contra 10 durante boa parte do jogo. Mas, valeu pelo primeiro gol de Borebi:

O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de segunda a sexta, 12h30, na BandCuritiba. Acompanhe!

Copa 2014: O Atlético vai jogar no Couto Pereira? – Reportagem #1

Essa é a segunda parte da série que apresentarei aqui no site, com temas referentes ao Mundial 2014, especialmente nos assuntos que envolvem Curitiba. A primeira, que apresenta a votação da maneira como a Arena será concluída, por decisão do Atlético, está aqui.

A pergunta acima é a polêmica da vez envolvendo os rivais paranaenses e a Copa 2014 e respondendo-a objetivamente: ainda não se sabe. Mas tudo desenha-se para isso. Agradando ou desagradando, o fato é que as chances de o Atlético ir jogar no Couto Pereira durante as obras do Mundial-14 são muito grandes. E o principal motivo está logo abaixo:

Artigo 17 do regulamento geral de competições da CBF: ele define.

(Nota importante 23h11: o artigo 17 do RGC de 2010 tem o mesmo teor que o artigo 7 do de 2011 e é nele que se baseia o texto. A alteração já foi feita por mim abaixo, em nota pé, para manter o texto original e não dar margem a possíveis interpretações equivocadas quanto a lisura e conduta deste blog. Peço que reparem no horário da edição ao final do texto e que tenham o bom senso de saber que o assunto em si não tem alteração, já que o teor dos artigos é o mesmo. Agradeço a todos os que me fizeram a observação através dessa importante linha de diálogo. Sigam com o texto original:)

Esse é o artigo 17 do Regulamento Geral de Competições da CBF, que deixa claro em seu texto que a opção para que o Atlético jogue no Couto Pereira ou em qualquer outro estádio do País, ainda que “a revelia” do dono, depende da confederação. Que é a principal interessada na realização da Copa do Mundo 2014 no Brasil, mais até que o Governo Federal. (Clique na imagem e tenha acesso ao regulamento inteiro).

Há poucos dias, na Rádio Banda B, pela primeira vez o presidente do conselho deliberativo do Atlético, Glaúcio Geara, admitiu interesse no Couto. Ontem, no programa Balanço Esportivo da CNT, Mário Celso Petráglia, que irá tocar as obras da Arena, declarou que “Minha preferência, e meu objetivo, é o Atlético Paranaense jogar no Couto Pereira durante o tempo necessário para as reformas da Arena da Baixada.” E além da relação extra-campo com o homem-forte do Coxa, Vilson Riberito de Andrade, Petráglia se baseia no artigo já citado.

É preciso que você, leitor, tenha isso em mente: a decisão será política. A rejeição da torcida coxa-branca quanto ao possível empréstimo do estádio ao Atlético pouco ou nada pesará na escolha. De fato, até mesmo a diretoria do Coritiba pode ficar de mãos atadas, ou ao menos com esse álibi nas mangas, já que também terá interesse no Mundial em Curitiba. Se a CBF pedir, o Coritiba terá que atender e emprestar o Couto Pereira ao Rubro-Negro. Ou então descumprirá uma norma do regulamento da entidade e estará sujeito a punições.

Claro que as coisas não serão tão simples assim. Existem negociações em andamento. O Couto Pereira, acima de tudo, é uma propriedade privada e, para ser utilizado, tem custos. E alguém terá que cobri-los. E aí entram as entrelinhas.

Conversando com diversas pessoas diretamente ligadas ao assunto, seja no Governo, no Atlético, no Coritiba, na FPF e no Paraná Clube, cheguei a percepção de que o Atlético mandará os grandes jogos no Couto e os menores na Vila Capanema, que passará por uma reforma para tal. Há um consenso de que esse é o caminho a ser seguido, embora nada ainda seja oficial.

Na entrevista exclusiva que me concedeu há poucos dias, o vice-presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, disse não ter sido procurado por ninguém da diretoria atleticana, mas admitiu conversar e levar uma possível parceria ao conselho alviverde. Acompanhe:

Enquete: site coxanautas

O Coritiba poderá optar por esse caminho ou o do conflito. É claro que o primeiro pode ser mais rentável, ainda que desagrade a maioria da torcida, como mostra a enquete do site Coxanautas, ilustrada aqui ao lado. Uma negociação pode envolver boas indicações para que o CT do Coxa, atual ou o futuro, receba uma grande seleção no mundial. Pode também mobilizar uma parceria conjunta de plano de sócios, que será base para o Atlético, nos planos do ex-presidente atleticano Mário Celso Petráglia. E também dará crédito futuro para uma eventual utilização da Arena, se assim for necessário para o Coxa.

Vale dizer que o evento é da cidade de Curitiba. E assim prefeitura e estado trabalham juntos para que o melhor se apresente. E o melhor para abrigar o Atlético é o Couto Pereira.

O caminho do conflito já foi vivido pelo Coritiba em 1989. Mesmo munido de uma liminar da Justiça, acabou rebaixado pela CBF por um WO contra o Santos. As consequências foram drásticas: o time chegou a cair para a terceira divisão (não disputou) e só voltou a elite em 1995.

Significa que o Coxa terá que engolir com farinha? Não. Mas terá que ser extramente hábil fora de campo para evitar que o rival utlize seu estádio. Terá que convencer CBF, prefeitura e estado de que não quer e precisa ceder o estádio. E abrir mão de algumas benesses. Vale a pena? O clube saberá.

A influência política é que definirá isso, repito. Em 2005, a prerrogativa de usar ou não o Couto Pereira também era da CBF. Engana-se quem pense o contrário. Nas pesquisas para esse texto, cheguei a ouvir que “o Atlético não quis o Couto”. Balela: o São Paulo FC foi mais influente e fez valer o regulamento de mínimo de 40 mil pessoas em decisões Conmebol. O laudo de cerca de 37 mil pessoas seria driblado caso a CBF quisesse. Foi assim no ano seguinte, quando Pachuca-MEX e Colo-Colo-CHI decidiram a Sul-Americana em dois jogos com menos de 40 mil pessoas. E nesse ano, quando o Santos venceu o Peñarol no Pacaembu – também menor que 40 mil lugares.

Por fim, também há rejeição da torcida atleticana. Boa parte da torcida rubro-negra, motivada pela rivalidade, não quer ir para o estádio do rival – ainda que saiba que são poucas as opções. Também deve dar em nada. Como revelou na apresentação que fez para captar para si o projeto da conclusão da Arena, Mário Petráglia baseia parte da engenharia financeira no número de sócios que o clube tem/terá. É o que aponta o infográfico abaixo, apresentado pela Gazeta do Povo há poucos dias.

Arte: Gazeta do Povo

O Couto Pereira é o único estádio que comporta a quantidade de público que o Atlético projeta ser necessário como sócios para levantar a verba.

Como já projetado acima, uma parceria entre os departamentos de marketing dos clubes poderia aumentar o volume de sócios de ambos. Diminuiria também os custos de manutenção do Couto, pelo período do possível acordo.

E em campo manteria-se a vantagem de se jogar em Curitiba. Os mineiros, em especial o Atlético-MG, têm sofrido muito com os jogos longe de Belo Horizonte. A campanha do Coritiba em Joinville, em 2010, foi exceção: os clubes que saem de casa passam apertado.

E é claro que muito do que se leu acima passa pela permanência do Atlético na Série A do Brasileiro em 2012 e pelo período da obra. Se a demanda for menor que a oferta de lugares, esvazia-se o problema.

A última vez em que o Atlético usou o Couto Pereira como mandante foi em 2005. Na ocasião, usou-o em dois jogos, de portòes fechados, cumprindo pena do STJD: 0-0 contra Figueirense e Fortaleza. Mas para os mais radicais vale a lembrança: o clube utilizou-se do Couto Pereira com frequência até 1999, quando inaugurou a Arena. A última vitória com torcida presente como mandante foi na Seletiva daquele ano, 4-2 sobre o São Paulo.

O tempo – e só ele – vai apontar o que vai acontecer. O papel da imprensa é observar, relatar e alertar. Esse artigo tem esse objetivo. Os dados que aí estão não são segredos. O trabalho de apuro de reportagem vem sendo feito há tempos, na tentativa de se descobrir um futuro que interesse a você, leitor.

Editado às 16h20 de 02/08:

O leitor Eduardo “EduZen” nos traz mais um detalhe: a mudança do Artigo 17 no RGC de 2011. O texto em si tem pouca ou nenhuma alteração na essência, mas vale o registro. Agora a parte sobre os clubes está no Capítulo 7, sendo que no 6 o mesmo termo é usado para definir o poder da CBF junto às federações. Eis o link:

http://www.cbf.com.br/media/92595/cbf%20-%20regulamento%20geral%20de%20competicoes.pdf

A novidade mostra que a alteração anual do RGC pode influir na decisão que, repito, está ligada ao ambiente político.

No próximo post da série vamos discutir: a quem interessa a Copa 2014?

Aguardo você e suas opiniões para um debate sadio nos comentários e/ou no Twitter.