Para o técnico do Coritiba, Marcelo Oliveira, o fato de o Atlético atuar na noite desta quarta-feira pela Copa Sulamericana não significa nada para o clássico.
Marcelo entende que o time titular estará descansado: “Eles jogarão de igual para igual”. Confira:
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Mal no Brasileiro da Série D, o Operário demitiu Amilton Oliveira e efetivou Igor Carioca no comando técnico.
O Fantasma precisa de pelo menos três vitórias e um empate nos quatro jogos que restam para chegar a vaga. Confira reportagem exibida no Jogo Aberto Paraná sobre a mudança de treinador da equipe de Ponta Grossa.
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Chega a parte final dos três vídeos exclusivos com Vilson Ribeiro de Andrade, vice-presidente do Coritiba (Se você não assistiu as anteriores, clique em 1 e/ou 2).
Nessa terceira parte, Vilson fala sobre as finanças do Coxa e a opção pelo rompimento com o Clube dos 13.
E também defende o técnico Marcelo Oliveira das críticas que sofreu quando mexeu no time (e perdeu) na decisão da Copa do Brasil 2011, contra o Vasco (3-3 agregado, título carioca): “Ele fez o que tinha que ser feito”.
Confira abaixo!
Amanhã publicarei notas e informações dos bastidores da entrevista. Fique ligado!
O indiscreto e atento Geraldo Bubniak, do Futebol Paranaense.net, esteve no CT do Caju acompanhando o primeiro treino de Renato Gaúcho no Atlético e fez o vídeo abaixo.
Lá estavam Alfredo Ibiapina, diretor de futebol, e Luiz Fernando Cordeiro, coordenador de futebol, passando instruções ao novo técnico, que estava ali, trabalhando e… coçando.
Detalhe para a participação de Marcinho, já de colete titular. Ele está regularizado no BID e pode ser surpresa contra o Avaí.
Renato Gaúcho foi apresentado hoje à tarde na Arena sob os olhos de boa parte da imprensa curitibana. Muita gente, até da velha guarda, esteve ou apenas passou (foi o meu caso) para ver o treinador com o maior salário da história do futebol paranaense. Estima-se R$ 350 mil reais por mês.
Renato não terá vida mole. A fase atleticana é terrível e, querendo ou não, ele terá papel de salvador da pátria. Mas, sem nem mesmo dirigir a equipe, já começou a dar resultados. Renato é marketing. Basta ver o banner atrás dele na entrevista abaixo:
(Esse é o primeiro vídeo post que faço. Peço desculpas pela precariedade. Vai melhorar, diria o Adílson Batista)
Se você quer ver a entrevista completa, assista ao Jogo Aberto Paraná amanhã, 12h30, na Band Curitiba.
Notem também que ele recebeu a camisa 10 do Atlético, com seu nome. E que em seu agasalho há um “RG”. É mais que a personalidade do treinador: é uma maneira do clube tentar criar o mito Renato, presente no Grêmio e no Fluminense, na Baixada.
Renato nunca jogou no Atlético. Pelo contrário: defendeu dois times que causam arrepios nos torcedores rubro-negros (os acima citados). Mas é persongem nacional. Apenas no dia da sua apresentação, emplacou capa nos portais Globo.com, Terra e ESPN; uma busca por “Renato Gaúcho chega ao Atlético” no Google traz 835 mil resultados. Com Renato, o Atlético voltou a ser notícia boa – ao menos por um dia.
Se no campo vai dar certo, não se sabe; mas nas declarações que pude ler (não acompanhei a entrevista inteira) ele pareceu o cara certo para o drama atleticano. Disse que conhece o boleiro pelo cheiro e que o que esse time precisa é de confiança.
E um cara que diz que transou com mais de mil mulheres deve ter auto-estima e confiança de sobra para passar.
Linha tênue II
Há poucos dias escrevi sobre a linha tênue que o Atlético vem criando ao permitir opinião institucional à facções organizadas, como no caso da invasão ao CT (Leia aqui e assista reportagem aqui).
Pois hoje, logo depois da coletiva de imprensa, membros de uma das organizadas atleticanas foram ter um particular com Renato, Foram “conferir se ele ia honrar o salário que o Atlético vai se lascar pra pagar a ele”, apurei. E ouvi de gente de dentro do clube que a relação aberta com as organizadas é uma tentativa de controle de rebelião. Uma troca de gentilezas, por assim dizer.
A política do clube está em ebulição. E essa condução liberal demais (que também me confidenciaram ser na verdade ausência de comando central) pode ter um preço. Se o milagre de Renato não vier e o couro comer, o comando atleticano é co-responsável.
E, convenhamos, ninguém gosta ou trabalha melhor quando é coagido.
O Atlético investiu pesado para trazer Renato Gaúcho. Confira na reportagem abaixo as razões dadas por Alfredo Ibiapina, diretor de futebol do clube, para a escolha do treinador.
Ibiapina também fala o porquê Renato só assume o time contra o Avaí – e não amanhã contra o Inter.
A reportagem foi exibida no Jogo Aberto Paraná de hoje:
O Jogo Aberto Paraná vai ao ar de 2a a 6a, na BandCuritiba, às 12h30. Acompanhe!
Aproveite e vote na enquete: você aprovou a contratação de Renato Gaúcho pelo Atlético? Clique aqui!
O futebol paranaense recebe Renato Gaúcho. Figurinha carimbada no Rio, Renato vai conhecer agora Curitiba. Mas não será o primeiro técnico badalado a dirigir um clube paranaense.
Renato no Chacrinha: badalação é com ele mesmo
Vamos relembrar o Top 5 dos técnicos mais badalados que já passaram pela terrinha:
#5 – Mano Menezes
Mano Menezes já comeu pierogi em Irati
O atual técnico da Seleção abre a lista dos badalados embora não fosse técnico de ponta quando dirigiu o Iraty. Foi em 2003, quando o Azulão disputou a Série C do Brasileiro, como relembra esta matéria do Paraná OnLine. Pelo time paranaense, quatro derrotas, um empate e uma vitória. Mano deixou o Iraty sem deixar saudades nos torcedores do Azulão – ao menos pelos resultados em campo, porque, reza a lenda, era rei do churrasco. Do Iraty foi para o Guarany de Venâncio Aires e perambulou pelo interior gaúcho até chegar ao Grêmio, depois de destacar-se no Caxias. Da Batalha dos Aflitos à Seleção Brasileira, a história é conhecida.
#4 – Joel Santana
From the middle, to behind. Na tabela.
Outra figuraça nacional que passou por aqui, no Coritiba. Simpático e bem humorado, o carioca Joel Santana, rei do Rio e da Bahia, naufragou no Coxa. Chegou no Brasileirão 2001, para ajudar o time a sair das últimas posições. Acabou em um 17o lugar entre 28 equipes, em um ano tumultuado no Alto da Glória muito mais em função da conquista atleticana. E como tudo era problema, a prancheta de Joel não agradou. O técnico foi se desgastando, se manteve para o Paranaense e a Sul-Minas, mas uma goleada por 1-6 para o Paraná encerrou a passagem dele por aqui, sob os gritos de “Fica, Joel”. Por parte dos tricolores, é claro. Joel seguiu a vida, voltou a ganhar títulos no Rio e fazer bons trabalhos. Mas passou a ser um dos midiáticos após a passagem pela Seleção da África do Sul, com impecáveis entrevistas em inglês:
#3 – Felipão
"O Couto Pereira não me dá sorte..."
Felipão chegou ao Coxa em 1990, com o clube amargando a crise do rebaixamento na caneta em 1989, por ter levado WO contra o Santos, mesmo amparado por uma liminar. Ele ainda não era O Felipão – só viria a ser a partir do ano seguinte, quando conquistou a Copa do Brasil com o Criciúma. Dirigindo um time que tinha grandes nomes no papel, como o goleiro Mazaropi, os meias Norberto, Bonamigo e Tostão e os avantes Cuca, Chicão e Pachequinho, Felipão levou ferro do Juventude em Caxias (0-2), do Joinville em Santa Catarina (0-4) e de novo do Juventude, agora no Couto: 0-2. Ao final da partida contra o time de Caxias, sua terra de residência, aproveitou o embalo e voltou para o Sul de carona no ônibus do Ju. Felipão viria a superar com maestria sua péssima campanha no Coxa (que renderia uma Série C não fosse uma nova virada de mesa da CBF) ao conquistar Brasileiro, Libertadores, Copa do Brasil e a Copa do Mundo com a Seleção. Mas depois do último encontro dele com o Couto Pereira, deve ter coceiras ao ouvir o nome do estádio.
#2 – Wanderlei Luxemburgo
Luxa acabou largando o "pojeto" na metade
Cinco vitórias, cinco empates, cinco derrotas. Mais regular, impossível. Esse foi Wanderley Luxemburgo no Paraná Clube, em 1995, a contratação de treinador mais badalada da história do futebol paranaense (até a #1, logo abaixo, chegar). Luxa causou alvoroço na mídia local. Chamou a atenção do Brasil para o Paraná Clube, então único representante do Estado na Série A. Começou bem, no Brasileiro, com um time que tinha Régis, Paulo Miranda, Ricardinho e outros, e estava no meio do trajeto do Penta estadual. Mas começou a cair e via se aproximar nova demissão – havia saído do Flamengo após o Estadual, quando perdeu o título para o Fluminense de Renato Gaúcho no ano do centenário, com o famoso gol de barriga. Luxa foi salvo por uma proposta do Palmeiras, para montar o timaço da Parmalat que detinha o recorde nacional de vitórias seguidas até esse ano, quando foi superado pelo Coxa. Veja mais de Luxa no Tricolor no vídeo abaixo, da Globo.com:
#1 – Lothar Matthaus
O Alemão e a polêmica foto de US$ 1 milhão
Ninguém causou mais impacto no futebol paranaense que o Atlético ao trazer o capitão do tricampeonato da Alemanha, Lothar Matthaus, para o comando técnico. O alvoroço foi mundial. Nem Matthaus era um treinador tão conhecido (embora, como jogador, fosse um Zico alemão, só atrás do Pelé Beckenbauer), nem o Atlético ou algum paranaense havia sido tão midiático. Matthaus causou alvoroço na chegada, na passagem e na saída. Havia quem duvidasse do rendimento daquela equipe, em 2006, quando ele chegou. Passado o susto, vieram os métodos de treinamento europeus e as entrevistas com tradutor. O time até rendeu: seis vitórias e dois empates, entre Paranaense e Copa do Brasil, nos dois meses por aqui. Mas a foto ao lado – e supostas aventuras extra-conjugais – tiraram o Alemão do Furacão. Se houve affair ou não, não se sabe (ou se comenta); o que é fato é que a então esposa de Matthaus, Marijana (a 3a das 4) exigiu a volta dele, sob pena de um contrato de US$ 1 milhão ser executado no divórcio. Matthaus deixou um carro top de linha da Wolksvagem, quase zero kilômetro, com as chaves no contato no Aeroporto Afonso Pena; e uma conta de celular de mais de R$ 3 mil. Anos mais tarde, disse ter se arrependido de deixar o comando atleticano intempestivamente.
Menção honrosa
Todos os técnicos acima são midiáticos, de grande exposição na imprensa nacional/mundial. Nenhum, no entanto, fez o caminho inverso. A exceção é Nuno Leal Maia, técnico do Londrina em 1995. Melhor que a história, é apresentar um grande momento dele como ator – função que, convenhamos, ele vai muito melhor: