Confira a última entrevista de Adilson Batista no comando do Atlético e os lances da derrota contra o Bahia, na reportagem de Henrique Giglio, exibida hoje no Jogo Aberto Paraná, da Band Curitiba.
Reportagem: Paraná 2-0 Icasa
Veja os gols e entrevistas de Paraná 2-0 Icasa, exibidos hoje no Jogo Aberto Paraná, da Band Curitiba.
Túnel do Tempo: relembre os confrontos de hoje
A dupla Atletiba joga hoje pela primeira divisão. Aproveito para relembrar dois confrontos entre Atlético x Bahia e Cruzeiro x Coritiba, nos respectivos mandos de campo.
18h30 – Arena da Baixada – Atlético x Bahia
Esses dias mesmo o Atlético surrou o Bahia pela Copa do Brasil, com um 5-0. Mas preferi relembrar essa vitória de 2001, que colocou o Furacão no rumo do título nacional:
Kléber fez 3 gols, com 2 de Alex Mineiro e Adauto fechando o placar histórico sobre o time de Evaristo de Macedo. Como todos sabem, naquele ano, o Atlético acabou Campeão Brasileiro. Detalhe para o segundo gol de Kléber, sem ângulo.
21h – Arena do Jacaré – Cruzeiro x Coritiba
Em 2004, o Coxa surpreendeu a Raposa no Mineirão. Abaixo, dois gols dos 3-0 no Cruzeiro em BH – Ataliba e Laércio:
Gravaram em speed! E ainda faltou o 3o, de Tuta. Mas enfim, é o que a internet nos oferece.
Naquele ano, o Coritiba acabou o campeonato em 12o lugar. Foi a segunda vitória em BH sobre o Cruzeiro na história. A primeira havia sido em 1985 – ano do título nacional.
Nada tão diferente

TNoticias, principal canal argentino: tem eleição, mas só se fala no River
Puerto Iguazu, Argentina – O drama do River Plate, derrotado por 0-2 pelo Belgrano no jogo de ida da repescagem do Campeonato Argentino, é destaque nacional, bem mais que as eleições municipais e estaduais que o país vizinho vive também no domingo.
A partida aconteceria hoje, 15h, mas ficou para amanhã por conta dos problemas aéreos causados pelo vulcão chileno. O país para pelo River; o Belgrano é tratado como se fosse um time… brasileiro. Já vimos isso entre Corinthians e Goiás, recordam?
Outra semelhança veio da política. No primeiro jogo, em Belgrano, a torcida do River invadiu o campo no final do jogo. Cogitou-se realizar se a partida em Buenos Aires com portões fechados, mas a presidente Cristina Kirchner intercedeu, garantindo 3 mil homens da polícia no campo (em dia de eleições) para a segurança. O dobro do normal nos superclássicos entre Boca-River.
A justificativa? O país não pode dar um recibo de incompetência em seguança às vésperas da Copa América. Mas é claro que ajudar o River a reverter o resultado (um 2-0 basta, pelo regulamento) pesa.
A imprensa até tenta manter-se imparcial – mais do que os brasileiros no episódio acima citado – mas é dificil comparar o peso das equipes. Apenas pelo lado boquense é que se vêem cobranças políticas. E, claro, provocações como esta:
http://mobile.ole.com.ar/noticias/?id_news=211&portada=1
Em campo, pode dar tudo. Mas acho difícil a pressão não afetar o Belgrano. Obviamente, sou mais o time “brasileiro” nessa.
Massagem no ego
Puerto Iguazu, Argentina – A tecnologia é algo espetacular. Um smartphone, internet wireless e pronto!, pude escutar (confesso que não por inteiro) o jogo do Paraná, através de um aplicativo. Um pouco mais tarde, assisti aos gols e li as resenhas. Já me sinto apto a dar os pitacos.
Na verdade, há pouco o que falar sobre o jogo: primeiro tempo bom, segundo nem tanto – e os gols você confere segunda, no Jogo Aberto Paraná, na tela da Band.
Mais importante que a vitória é o clima criado pela nova fase do Paraná. Nem parece o mesmo clube em frangalhos do Estadual. Seria a nova e bela camisa? A gestão em si mudou pouco, embora saiba-se que gente com sucesso na montagem de times anteriores (leia-se Vavá Ribeiro) anda colaborando de novo.
O público de ontem, mais de 8 mil pessoas, salvo furo de memória, foi o maior do ano em um jogo só do Tricolor. Prova de uma teoria que tenho: torcedor gosta de time vencedor, não importa a divisão. Equipe que vista a camisa, se dedique e, principalmente, tenha resultados, vai encher estádios na Champions League ou na Série Prata Estadual.
A fase do Paraná é uma massagem no ego do torcedor paranista, maltratado como poucos nos últimos anos. Pode ser sinal de uma virada do clube que, na verdade, precisa muito mais desse astral da arquibancada do que o contrário.
Valorizado (pero no mucho)
Túnel do Tempo: dia de revanche?
A torcida do Paraná tem um motivo a mais para ir à Vila na noite de hoje: ano passado, uma derrota por 0-3 para o Icasa tirou o Tricolor da liderança da Série B. Relembre:
Na história, dois jogos: além desse 0-3, um empate em 0-0 em casa, no ano passado.
Dia de revanche?
O que a final da Libertadores 2011 ensina ao futebol paranaense
– Você pode disputar uma final de Libertadores em um estádio com menos de 40 mil lugares, se tiver força política;
– Invasão de campo e pancadaria no final do jogo não é tão ruim quanto o STJD possa fazer parecer, se você for paulista.
– Durval = gol contra em final de Libertadores
– A Copa do Brasil realmente é o caminho mais curto para chegar lá; evite experiências na decisão dela;
– Investir na base é a saída para quem tem menos dinheiro
Entenda a engenharia por ‘Morro’ García
Santiago García, uruguaio de 20 anos, é a contratação mais cara da história do futebol paranaense. Ele, que no vídeo acima se apresenta a torcida atleticana, custou US$ 2 milhões por 50% dos seus direitos, em contrato de 3 anos. Mas essa não foi a grande sacada do Atlético na negociação.
A experiência do Coritiba com Ariel Nahuelpan, liberado por força da lei trabalhista no segundo ano de contrato, ainda que houvesse um documento esticando o vínculo para 5 anos, fez o mercado, e em especial o Atlético, aprender.
O que o Furacão tem hoje com Morro García e o Nacional-URU é um empréstimo com preferência de compra. Assim, o vínculo principal segue no Uruguai, com os direitos atleticanos assegurados, me confirmou Alfredo Ibiapina, ontem, por telefone.
O vinculo trabalhista de no máximo 2 anos, que pode ser renovado, vale menos que o registro Fifa que segue com o Nacional, agora sócio do Atlético no negócio. Trocando em miúdos, caso Morro deseje seguir o caminho de Ariel e romper com base na lei brasileira, não poderá; segue ligado ao clube uruguaio, que o emprestou ao Furacão.
Caso o jogador seja vendido durante o tempo de contrato, o Atlético tem a preferência de recebimento da sua fatia; se ninguém se interessar por García, o clube poderá adquiri-lo em definitivo, após os 3 anos, por mais US$ 2,5 milhões.
Reportagem: protesto T.O. Atlético no CT do Caju
Se você não pôde assistir ao Jogo Aberto Paraná na Band Curitiba hoje, saiba como foi o protesto da torcida organizada do Atlético no CT do Caju na reportagem abaixo:

